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29 de Novembro de 2014

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Acusada de assassinar Lavínia diz à
Justiça que a mãe da menina cometeu o crime

Primo do pai da criança ligou para Luciene na madrugada do desaparecimento

Do R7 | 07/07/2011 às 16h58
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A audiência de quarta-feira (6) sobre a morte da menina Lavínia Azeredo, de seis anos, terminou com a acusada, Luciene Reis, afirmando que a mãe da vítima teria cometido o crime por não querer mais a filha.

Lavínia foi encontrada morta no dia 2 de março, debaixo da cama de um motel e com um cadarço de tênis em volta do pescoço, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. No dia 2 de março, o delegado da 60ª Delegacia de Polícia, em Duque de Caxias, Robson da Costa, disse que Luciene Reis confessou ter matado a menina.

De acordo com o advogado da família de Lavínia, Ângelo Máximo, a defesa já havia anunciado que iria usar a estratégia de acusar a mãe de Lavínia, Andréia Azeredo. 

- Luciene disse que Andréia não queria mais a filha e que ela teria entregado a criança. Ela também afirmou que a mãe da vítima entrou escondida no motel e matou Lavínia enquanto Luciene foi buscar biscoitos. No entanto, não seria possível que Andréia estivesse presente no motel, pois quase naquele mesmo horário ela estava na delegacia prestando queixa do desaparecimento. 

A acusação implicou mais uma vez Flávio, primo de Roni dos Santos – o pai da criança e ex-amante de Luciene -, nos fatos que resultaram na morte de Lavínia. Segundo Máximo, Flávio mostrou inconsistências no seu depoimento.

- Conseguimos comprovar que pelo telefone de Flávio foram feitas duas ligações na madrugada do assassinato, uma para Luciene e outra para Roni. Ele falou que foi dormir por volta de 1h, mas outro primo de Roni diz que ficou conversando com ele até as 2h.  

Os advogados apresentarão as alegações finais e a juíza decidirá se o caso deverá ir para júri popular até o final de julho. 

Entenda o caso

Lavínia desapareceu de casa no dia 28 de fevereiro. Imagens de uma câmera de segurança mostraram a menina dentro de um ônibus, com Luciene Reis. No mesmo dia, as duas teriam dado entrada em um hotel, em Duque de Caxias.

O corpo da criança foi encontrado no dia 2 de março, no quarto do hotel. Ela estava de bruços, debaixo da cama e com um cadarço de tênis em volta do pescoço. A polícia encontrou sinais de asfixia.

No mesmo dia em que a polícia achou o corpo, Luciene, convencida pela própria mãe, confessou o crime e contou ter sufocado Lavínia com um travesseiro, antes de enforcá-la com o cadarço. 

O caso foi investigado por agentes da Delegacia de Campos Elíseos (60ª DP). O titular Robson Costa ouviu uma série de testemunhas durante os meses posteriores ao assassinato da menina, inclusive o pai e a mãe de Lavínia.


 
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