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21 de Setembro de 2014

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Após prisão de suspeito, mãe de Priscila Belfort diz acreditar que filha ainda está viva

Irmã do lutador Vitor Belfort desapareceu em janeiro de 2004 quando saiu para almoçar

Do R7, com Balanço Geral | 19/03/2013 às 17h01
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Nove anos após o desaparecimento de Priscila Belfort, irmã do lutador Vitor Belfort, a mãe da vítima diz acreditar que a filha ainda pode estar viva. Na última segunda-feira (18), um suspeito foi preso na comunidade da Providência, na região central do Rio de Janeiro. Periquito, como era conhecido, já havia sido preso em 2006 pelo mesmo motivo, mas estava em liberdade. Para a polícia, Priscila foi morta e esquartejada.

Com esperança de que a filha ainda entre pela porta do apartamento onde morava, a mãe de Priscila, Jovita Belfort, diz não entender a Justiça.

— Para mim já foi uma surpresa o Periquito estar solto, mas a gente não entende a Justiça. Parece que vale a pena matar ou roubar porque ninguém fica preso ou pega, no máximo, três anos de prisão. Vamos ver se a gente põe um fim nisso, seja qual for o fim. O desespero de não saber o que aconteceu é terrível.

Priscila Belfort tinha 29 anos quando desapareceu há nove anos. Ela era funcionária da Secretaria de Esportes e Lazer no centro do Rio. Ela saiu do trabalho dizendo que ia almoçar e nunca mais foi vista. Na ocasião, a família alegou que Priscila pode ter tido um problema de memória ou sido vítima de um sequestro relâmpago, mas nunca houve pedido de resgate.

Em 2007, Elaine Paiva, de 27 anos, se entregou ao Ministério Público porque estaria sendo ameaçada de morte. Ela confessou que fazia parte da quadrilha que sequestrou, estuprou, matou e depois esquartejou e queimou o corpo de Priscila Belfort. Elaine contou que a ordem para matar Priscila teria partido do presídio de Bangu 1. Na ocasião, ela chegou a indicar um sítio em São Gonçalo, na região metropolitana do Rio, onde os restos mortais da vítima teriam sido enterrados. Porém, nada foi encontrado.

Segundo a polícia, o suspeito preso na segunda-feira é uma dos oito integrantes da quadrilha. O crime seria por conta de uma cobrança de uma dívida de R$ 9.000 a traficantes. O delegado Bruno Gilberti, da Delegacia da Rocha (25ª DP), descreve Periquito como um criminoso bastante violento.

— Periquito é investigado pela DAS (Delegacia Antissequestro) com autor da morte de Priscila. O mandado de prisão que nós cumprimos foi por outro homicídio com as mesmas características, com morte e ocultação de cadáver. Ele é um criminoso violento, um homicida.

Ainda de acordo com o delegado, os outros sete integrantes da quadrilha estão mortos, conforme depoimento de Periquito.

— Essa informação ainda será checada, mas a princípio, parece que é verídica.

Assista ao vídeo:


 
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