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21 de Agosto de 2014

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Comandante geral da PM nega
paralisação na corporação

Informação veio logo após bombeiros, policiais militares e civis decretar greve

Do R7 | 10/02/2012 às 00h06 | Atualizado em: 10/02/2012 às 14h29

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O comandante geral da Polícia Militar, Erir Ribeiro Costa Filho, negou na noite desta quinta-feira (9), logo após a decretação da greve na Cinelândia, no centro do Rio, a paralisação na corporação. Segundo ele, todos os policiais compareceram à troca de plantão, às 20h. Ele também negou que o Bope (Batalhão de Operações Policiais Especiais) esteja aquartelado ou resistindo a cumprir ordens do comando da PM.

Veja fotos da manifestação na Cinelândia

Após decretar greve, bombeiros e PMs dizem que passarão a noite em batalhões e quartéis

Segundo a Cúpula da Segurança do Estado, não há condição de greve nas UPPs e batalhões de elite, como Bope e Choque, uma vez que o Estatuto Militar não dá direito de greve a policiais.

A Cúpula da Segurança avalia que o peso maior do movimento é desempenhado pelos bombeiros, que querem a libertação de seu líder Benevenuto Daciolo, preso na quarta-feira (8), após a divulgação de escutas telefônicas.

A greve dos bombeiros, policiais militares e civis do Rio de Janeiro foi decretada por volta das 11h20 desta quinta-feira (9). No horário, mais de 2.000 manifestantes se concentravam na Cinelândia, centro da capital. Sem votação, um líder do movimento anunciou no microfone:

- A partir deste momento, policiais civis, policiais militares e bombeiros estão oficialmente em greve.

Antes de anunciar a paralisação, líderes do movimento grevista se reuniram por 15 minutos na rua Senador Dantas. O porta-voz da greve será o cabo Welington Machado, do 22º Batalhão de Polícia Militar (Maré).

Ainda na madrugada desta sexta, os PMs e bombeiros devem sair da Cinelândia para passar a noite em batalhões e quartéis, juntamente com suas famílias. A previsão é de permanência nesses locais por tempo indeterminado.

- Agora é com Exército e com a Força Nacional, já estamos em greve.

Bombeiros, PMs e policiais civis dizem que continuarão atuando em casos emergenciais. No caso dos policiais civis, 30% do efetivo permanecerá em atividade. As investigações devem ser congeladas, mas ocorrências consideradas graves serão atendidas.

Na tarde desta quinta-feira a Alerj aprovou o reajuste de 38,81% em votação simbólica, método adotado quando há acordo em relação a um projeto. Os votos não são registrados individualmente. O presidente da sessão pede aos parlamentares favoráveis à matéria que permaneçam como se encontram, cabendo aos contrários manifestarem-se. Os líderes do movimento grevista ficaram insatisfeitos com o reajuste. No projeto de lei, o piso salarial de um soldado da PM, que é de pouco mais de R$ 1.000, vai chegar a R$ 2.036 em outubro de 2013.

Assista aos vídeos:

 
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