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31 de Julho de 2014

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Dez rodovias que cortam o Estado do Rio
permanecem interditadas quatro dias após temporal

No norte fluminense, Rio Grande transbordou, interditando

Do R7 | 14/01/2011 às 16h52
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Pelo menos dez rodovias que cortam o Estado do Rio de Janeiro permanecem interditadas e três estão parcialmente interrompidas, quatro dias após o temporal que devastou a região serrana e causou centenas de mortes. Os danos são maiores nas estradas estaduais.

Houve queda de barreiras, danos em pontes e erosão das pistas, a maioria nas rodovias que cortam as cidades da serra. No norte do Estado, o rio Grande transbordou e invadiu as pistas da RJ-172 (Macuco-Manuel de Moraes), RJ-176 (liga as rodovias RJ-116 e RJ-172) , RJ-155 (Barra Mansa - Angra dos Reis) e RJ-192 (São Fidelis - Itaocara).

Em nota, o DER-RJ informa que vem intensificando os trabalhos nas estradas mais atingidas e que medidas emergenciais estão sendo adotadas para restabelecer o tráfego nos acessos à região.

Nas rodovias federais, a situação é um pouco melhor. Segundo a Polícia Rodoviária Federal, a BR-040 (Rio-Brasília) está interditada nos km 62 ao km 65, entre Teresópolis e Além Paraíba.

Ainda na BR-040, o trecho entre os kms 43 e 55 está funcionando em meia pista e, na altura do município de Três Rios, entre os kms 33 e 35, a pista está interditada parcialmente por causa de uma erosão aberta pela chuva.

A BR-495, perto de Itaipava, distrito de Petrópolis, está totalmente interditada.

Tragédia das chuvas

O forte temporal que atingiu o Estado do Rio de Janeiro na terça-feira (11) deixou centenas de mortos e milhares de sobreviventes desabrigados e desalojados, principalmente na região serrana.

As cidades de Nova Friburgo, Teresópolis, Petrópolis, Sumidouro e São José do Vale do Rio Preto foram as mais afetadas. Serviços como água, luz e telefone foram interrompidos, estradas foram interditadas, pontes caíram e bairros ficaram isolados. Equipes de resgates ainda enfrentam dificuldades para chegar a alguns locais.

O governo federal, o Estado e as prefeituras se mobilizam para liberar verbas. Empresas públicas e privadas, além de ONGs (Organizações Não Governamentais), recebem doações.

Os corpos identificados e liberados pelo IML (Instituto Médico Legal) começaram a ser enterrados quinta-feira (13). Hospitais estão lotados de feridos. Médicos apelam por doação de sangue e remédios. Os próximos dias prometem ser de muito trabalho e expectativa pelo resgate de mais sobreviventes.


 
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