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27 de Maio de 2016

Notícias

Diretor de Polícia Técnica participa da
reconstituição do caso do menino Juan

Trabalhos acontecerão até esta noite para retratar a realidade dos fatos

Marcelo Bastos, do R7 | 08/07/2011 às 10h35 | Atualizado em: 08/07/2011 às 11h17
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O diretor do Departamento de Polícia Técnica da Polícia Civil do Rio de Janeiro, Sérgio Henriques, chegou à comunidade Danon, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, nesta sexta-feira (8), por volta das 10h, para os trabalhos de perícia do caso do menino Juan Moraes, de 11 anos. Ele participará da reconstituição, que ocorrerá até esta noite. Até as 10h30, a família da criança e os PMs envolvidos no caso não haviam chegado. 

Veja fotos da reconstituição

Os acessos à comunidade foram fechados para os trabalhos. A criança desapareceu após uma operação de policiais do Batalhão de Mesquita (20º BPM) na comunidade, no último dia 20, e foi encontrada no dia 30, no rio Botas, em Belford Roxo.

A reconstituição não havia começado até as 10h35. Cerca de 60 pessoas participavam da reconstituição, entre testemunhas, peritos e policiais. 

Os acessos à rua Maurício Danon estavam fechados nesta manhã para os trabalhos. As vias do bairro foram interditadas por policiais civis da Core (Coordenadoria de Recursos Especiais) e por policiais militares para evitar a interferência do público. 

A polícia fazia a marcação dos locais por onde os PMs passaram para identificar o posicionamento dos agentes, das viaturas e das pessoas envolvidas na ação. .

O delegado da DH (Divisão de Homicídios) da baixada, Ricardo Barboza, comandava os trabalhos.

Enterro sigiloso

O corpo de Juan foi enterrado às 19h30 de quinta-feira (7), no Cemitério Central de Nova Iguaçu, na baixada. O sepultamento contou com forte aparato de segurança. Inicialmente, o enterro estava marcado para as 9h desta sexta-feira, no Cemitério Jardim da Saudade, em Mesquita.

A Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos informou que, por motivos de segurança da família, o enterro do menino foi antecipado. Estiveram presentes a mãe de Juan, Rosinéia Maria Moraes, o pai, Alexandre da Silva Neves, e cerca de vinte pessoas. Os custos do funeral ficaram a cargo da secretaria e a família já voltou para local sigiloso.

Perita diz que corpo não era de Juan

Dez dias depois do desaparecimento de Juan, uma perita do ICCE (Instituto de Criminalística Carlos Éboli) informou que a ossada encontrada no rio Botas, no dia 20 de junho, não era do menino, e sim de uma criança do sexo feminino. No entanto, só na última quinta-feira (7), houve a identificação oficial dos restos mortais de Juan.

Segundo o diretor do Departamento de Polícia Técnica, delegado Sérgio Henriques, a presença de animais no local onde o corpo foi encontrado contribuiu para que restasse apenas a ossada. Ele considerou o erro da perita inaceitável.

- Este foi um equívoco inaceitável e ela vai pagar por isso.

Assista aos vídeos: 

 

 


 
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