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Esquema de segurança da Rio+20 com 15 mil
homens chega às ruas nesta terça-feira

Comando Militar do Leste coordenará corporações; protestos serão "tolerados"

Do R7 | 05/06/2012 às 06h00
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A operação de segurança para a Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável (Rio+20) começa nesta terça-feira (5) com cerca de 15 mil homens. Serão 8.000 das Forças Armadas, 2.500 da Polícia Militar, 1.400 da Polícia Federal, 1.400 da Polícia Rodoviária Federal, mil agentes da Guarda Municipal, 600 homens do Corpo de Bombeiros e um efetivo não divulgado de policiais civis. A conferência internacional começa dia 13 deste mês.

As principais vias de acesso serão policiadas pelo Exército e pela Marinha, que poderão usar carros blindados, principalmente perto de túneis e viadutos. O acompanhamento direto das comitivas ficará a cargo da PF e a PM terá a responsabilidade de garantir a segurança nas ruas internas e em toda a área do evento.

Serão usados 29 helicópteros para monitorar os deslocamentos. Três deles com câmeras conectadas ao vivo com o Centro de Coordenação de Operações de Segurança montado na sede do Comando Militar do Leste, que receberá imagens de cerca de 550 câmeras espalhadas por toda a cidade.

Os detalhes foram divulgados em coletiva de imprensa no final de maio, com as participações do ministro da Defesa, Celso Amorim, do general Adriano Pereira Júnior, do Comandante Militar do Leste, e do coordenador do Comitê Nacional de Organização para a Rio+20, Laudemar Aguiar.

As manifestações e os protestos, de acordo com o ministro, serão tolerados e acompanhados.

— Manifestação de opinião é algo que nós prezamos muito no regime democrático. Haverá segurança da maneira necessária para garantir que todos estejam se sentindo bem, ao mesmo tempo sem criar nenhum tipo de violência. Isso será tratado com tranquilidade.

Todas as operações de segurança do evento serão coordenadas pelo Comandante Militar do Leste. Além do Rio Centro e do aterro do Flamengo, haverá acampamentos no sambódromo, no centro, e no parque da Quinta da Boa Vista, em São Cristóvão, na zona norte. Também ocorrerão eventos paralelos no Parque dos Atletas, em Jacarepaguá, e no Forte de Copacabana, zona sul.

Os fuzileiros navais vão patrulhar o perímetro urbano desde a Base Aérea do Galeão e o Aeroporto Internacional Galeão-Tom Jobim, na Ilha do Governador, até o Aeroporto Santos Dumont, no centro, onde começa a responsabilidade das tropas do Exército, que fará a segurança até a Barra da Tijuca, incluindo toda a orla da zona sul, região da maior parte dos hotéis que abrigarão as comitivas.

O general disse que não haverá presença de blindados nas áreas próximas a comunidades pobres, como ocorreu na Rio92, quando carros de combate foram apontados para a favela da Rocinha, então controlada pelo tráfico de drogas.

Avanço nas negociações

A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, disse na última segunda-feira (4) que as discussões sobre o documento, que será assinado por chefes de Estado ao fim da Rio+20, “avançaram muito em relação ao estado em que estavam quando começaram” durante a terceira rodada de negociações, na sede da ONU, em Nova York, que terminou no fim de semana.

A ministra acrescentou que a convergência será buscada a partir do dia 13 de junho, quando começa a rodada do comitê preparatório, no Rio de Janeiro.


 
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