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29 de Julho de 2014

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Perícia confirma: tiro que matou manicure com neta no colo saiu da arma de policial civil

DP de Vilar dos Teles encaminhou inquérito para o Ministério Público

Do R7 | 14/02/2013 às 11h57 | Atualizado em: 14/02/2013 às 13h07
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A perícia confirmou que o  tiro que matou a manicure Nilza Barbosa, baleada enquanto segurava a neta no colo, saiu da arma do policial civil Gelson Braz Loureiro. O policial militar reformado William de Amil, que também estava com ele no veículo, disse que apenas dirigia a viatura a pedido do policial civil e que não estava armado. A manicure foi morta na noite de 30 de janeiro no bairro Sumaré, em São João de Meriti, Baixada Fluminense. Na ocasião, ela protegeu a neta com o próprio corpo.

Após o confronto balístico, peritos chegaram à conclusão de que o projétil encontrado no corpo da vítima saiu do fuzil que Loureiro portava. De acordo com o delegado Delmir da Silva Gouvea, da Delegacia de Vilar dos Teles (64ª DP), o policial civil também admitiu em depoimento que atirou, mas não confirmou se a bala que atingiu a manicure havia saído de sua arma.

Segundo a Polícia Civil, o PM reformado disse em depoimento que os dois perseguiam um motociclista em atitude suspeita. A polícia investiga as circunstâncias da perseguição. Os dois policiais foram indiciados por homicídio e o inquérito foi remetido ao Ministério Público.

Segundo o juiz Richard Robert Fairclough, da 1ª Vara Criminal de São João de Meriti, durante a investigação testemunhas sinalizaram que o autor dos disparos foi Loureiro. Na decisão, o juiz também destacou que eles agiram fora de suas atribuições e que os fatos são graves, uma vez que os policiais efetuaram disparos em via pública, em plena luz do dia.

Após ser atingida, a mulher chegou a ser encaminhada para a UPA (Unidade de Pronto Atendimento) de Jardim Íris, também em São João de Meriti. De lá, ela seria transferida para o Hospital Geral de Nova Iguaçu, no município vizinho, mas não resistiu ao ferimento.


 
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