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27 de Maio de 2016

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Pedra desliza e interdita estrada na zona norte do Rio

Capital entrou em alerta em razão das chuvas; cidade ficou debaixo d'água

Do R7 | 26/04/2011 às 00h48 | Atualizado em: 26/04/2011 às 01h22
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Uma pedra deslizou na estrada Grajaú-Jacarepaguá, sentido Grajaú (zona norte do Rio), em frente ao morro da Árvore Seca. Segundo o Centro de Operações Rio, órgão da prefeitura, a pedra interditou a via, no sentido zona norte por volta de 0h30 de terça-feira (26). À 1h, os dois sentidos foram interditados devido à possibilidade de deslizamentos. Equipes da Geo-Rio foram deslocadas para o local à 1h20 para fazer uma avaliação geotécnica. Não há registro de vítimas. A estrada é um dos acessos da região norte da capital fluminense à zona oeste. 

Veja fotos do temporal que alagou o Rio

Devido às fortes chuvas que atingem o Rio de Janeiro desde a noite de segunda-feira (25), a prefeitura acionou sirenes de alerta em diversas comunidades da Grande Tijuca, na zona norte do Rio. Os morros que apresentam maior risco de deslizamentos são Borel, Formiga, Chacrinha, Cotia, Arrelia, Encontro, Santa Terezinha, Dona Francisca e Cachoeira Grande. 

A cidade entrou em estado de alerta às 21h30. O temporal deixou pontos de alagamento na zona norte, como nos bairros de Maracanã, São Cristovão e Leopoldina, e locais sem energia, como Curicica e Taquara, em Jacarepaguá, na zona oeste, em razão da queda de galhos sobre a fiação elétrica. Até por volta das 23h, a Defesa Civil registrou quatro deslizamentos na cidade (Comunidade JK, Borel, Andaraí e Chacrinha). Todos sem vítimas.

O índice pluviométrico ultrapassou os 40 mm em uma hora de chuvas. A previsão é de que a precipitação continue durante a madrugada desta terça-feira (26). Em todos esses locais, agentes comunitários orientam os moradores a deixarem suas casas e a se dirigirem a pontos de apoio pré-definidos em cada comunidade. Em caso de emergência, a população deve ligar para a Defesa Civil, 199, que funciona 24 horas, priorizando casos de deslizamentos e desabamentos.

O Centro de Operações, órgão da prefeitura, afirma que a possibilidade de escorregamento nas áreas de risco da Grande Tijuca é alta. Três horas após o início das chuvas, essa região registrou precipitação acumulada de cerca de 200 mm, ou seja, choveu somente nesse período mais do que o volume médio esperado para 40 dias.

A Defesa Civil recomenda aos moradores de áreas de encostas e locais sujeitos a deslizamentos que fiquem atentos a sinais de trincas e rachaduras e que se abriguem em local seguro até a chuva passar.

O sistema de alerta por sirenes já está instalado em 20 comunidades. No último domingo (24), as sirenes foram acionadas no Complexo do Turano, nas localidades da Chacrinha e Matinha. Somente nos locais onde o índice de chuva atinja níveis elevados e definidos em protocolos pelo Sistema Alerta Rio (mais de 40 mm de chuva no período de uma hora com tendência de continuidade), o alarme é acionado pela Defesa Civil, de forma a prevenir situações de risco.

O prefeito Eduardo Paes acompanha os trabalhos direto do Centro de Operações Rio, na Cidade Nova, no centro da capital.

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