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21 de Dezembro de 2014

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Tronco humano encontrado na baía de Guanabara era do DJ Chorão e polícia identifica suspeitos do crime

Rapahel Rodrigues Paixão foi morto em setembro na favela Parque União, na Maré

Do R7 | 12/11/2012 às 15h56
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A DH (Divisão de Homicídios) informou nesta segunda-feira (12) que o tronco humano encontrado na baía de Guanabara, próximo a uma ponte na lha do Governador, no dia 28 de setembro, é de Raphael Rodrigues Paixão, o DJ Chorão. A confirmação se deu por meio de exame de DNA.

Segundo o delegado Rivaldo Barbosa, cinco suspeitos de cometer o crime foram identificados. Na última sexta-feira (9), a Justiça expediu mandados de prisão preventiva contra Jorge Luiz Moura Barbosa, o Alvarenga, Carlos André da Silva, o Carlão, Leandro de Souza da Silva, o Buda, Remilson Costa Ferreira, o Bicuí e Valdecir Nunes da Silva, o Cacá. Eles vão responder pelo crime de homicídio triplamente qualificado.

O delegado espera que com a divulgação da identificação dos criminosos, a população passe informações sobre a localização deles. Assista à entrevista concedida por Rivaldo Barbosa ao Cidade Alerta RJ.

Tribunal do tráfico

O crime aconteceu na favela Parque União, no Complexo da Maré. Segundo amigos, DJ Chorão foi vítima do "tribunal do tráfico". O rapaz teria sido capturado, torturado e esquartejado ainda vivo por traficantes da comunidade.

DJ Chorão foi visto pela última vez na saída de um baile na comunidade, onde morava com a namorada e a filha do casal, de dois anos. De acordo com relatos de moradores, ele foi abordado por traficantes quando chegava em casa, na rua da Paz. Ao tentar fugir, Raphael foi baleado e arrastado até a rua Brasília, onde foi morto.

Investigadores já receberam informações sobre as duas principais hipóteses para o crime. Há dois meses, Chorão havia começado a promover bailes em uma comunidade. Ele teria sido avisado pelo tráfico para não fazer festas na região.

Outra hipótese para o crime foi a suspeita de traficantes sobre uma suposta relação de Chorão com policiais. Os criminosos desconfiaram que ele teria passado informações para a polícia, que na ocasião fazia uma operação no Parque União. A mãe do DJ registrou o desaparecimento do filho no dia 23 de setembro.

O DJ teria sido julgado na frente dos moradores. Ele foi espancado e teve o corpo esquartejado. A ordem para a morte teria partido do chefe do tráfico no local, Jorge Luiz Moura, o Alvarenga.

Assista aos vídeos:


 
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