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25 de Julho de 2014

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Saara: hipótese de incêndio criminoso não pode ser descartada, diz comandante dos bombeiros

Dois homens foram vistos no telhado de um dos imóveis antes de surgirem as chamas

Do R7, com Rede Record | 30/03/2013 às 11h53

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O comandante do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro, coronel Sérgio Simões, não descarta a possibilidade de ter sido criminoso o incêndio que destruiu pelo menos sete lojas na Saara (Sociedade de Amigos das Adjacências da Rua da Alfândega), entre a noite de sexta-feira (29) e a madrugada deste sábado (30).

De acordo com Simões, dois homens foram vistos no telhado de uma das lojas, que pertencem à mesma rede de papelarias, a Caçula, pouco antes de surgir o fogo. Pelo menos sete imóveis da rede foram destruídos pelas chamas, que atingiram ainda dois sobrados, um ao lado e outro atrás da Caçula.

Mas o comandante também ressaltou que somente a perícia poderá definir com precisão a causa do incêndio.

O Centro de Operações da Prefeitura do Rio informou que algumas ruas continuam interditadas, na manhã deste sábado, por causa do incêndio na Saara, maior centro de comércio popular da cidade. Segundo o Corpo de Bombeiros, não houve feridos, mas os danos materiais são grandes.

De acordo com o órgão, as ruas Buenos Aires, Regente Feijó e Gonçalves Ledo permanecem fechadas. A Buenos Aires tem interdição entre a Avenida Passos e a Rua Regente Feijó. Já a Rua Gonçalves Ledo está interditada entre a Rua Senhor dos Passos e o Beco do Tesouro. A Rua Regente Feijó está bloqueada entre a Buenos Aires e Senhor dos Passos.

O combate às chamas no quarteirão onde ficam as sete lojas durou cerca de três horas. O fogo teria começado na fachada de um dos imóveis, que seriam de uma única rede de papelarias, na Rua Buenos Aires. Destruída, a fachada acabou desabando. Bombeiros de seis quartéis (Central,  Humaitá, Caju, Vila Isabel, Méier e Copacabana) participaram da operação.

Paraíso do consumo popular

Reunindo 11 ruas, entre elas a Buenos Aires, dos Andradas e Alfândega, a Saara, fundada em 1962, é um dos mais conhecidos centros de comércio popular do Rio, frequentada pelo público ao longo de todo o ano, mas principalmente em datas festivas, como a Páscoa. O Natal é a data mais comemorada pelos comerciantes do local, que chega a receber cerca de 1 milhão de pessoas por dia em dezembro. Ao todo, são 1.200 lojas.

fogo

Ruas foram interditadas por causa da operação (Reprodução TV Record)


 
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