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Rio de Janeiro

STF nega liberdade e mantém júri popular para acusados de matar Santiago Andrade

Data de julgamento ainda não foi definida; cinegrafista morreu em 2014

Do R7

Santiago Andrade foi atingido por rojão em protesto em 2014
Santiago Andrade foi atingido por rojão em protesto em 2014 Reprodução/Rede Record

O STF (Supremo Tribunal Federal) negou o habeas corpus pedido pela defesa de Caio Silva de Souza e Fabio Raposo Barbosa, acusados pela morte do cinegrafista Santiago Andrade, em 2014. O ministro Gilmar Mendes decidiu também manter o processo e submeter os réus ao Plenário do Tribunal do Júri, ou seja, ambos irão a júri popular.

Com isso, fica mantida a decisão do STF de retomar o júri popular para ambos, em data a ser definida. A defesa pode recorrer para que a decisão sobre a condenação de Caio e Fabio seja feita em colegiado, sem júri.

Os advogados que atuam na defesa dos acusados queriam que os recursos fossem analisados antes de qualquer decisão sobre júri popular. Segundo o MP-RJ, ao considerar sobre o pedido de habeas corpus, o ministro Gilmar Mendes entendeu que recursos da defesa não possuem caráter suspensivo, por isso, decidiu manter a decisão anterior e prosseguir o envio de ambos para o júri popular.

Caio e Fabio são acusados pelos crimes de explosão e homicídio doloso (quando há intenção de matar) triplamente qualificado (por uso de artefato explosivo, motivo torpe e recurso que impossibilitou a defesa da vítima). Santiago foi atingido por um rojão disparado em uma manifestação na Central do Brasil.

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