São Paulo

26/2/2013 às 18h37

Aulas estão suspensas até sexta-feira em Cubatão, no litoral sul de São Paulo

Ao menos 1.400 famílias ainda sofrem com as consequências da enchente do fim de semana

Agência Estado

Desabrigados estão alojados em escolas e ginásios de esportes da cidade Divulgação/Prefeitura de Cubatão

As aulas nas 60 escolas municipais de Cubatão, a 56 km da capital paulista, serão retomadas apenas na próxima segunda-feira (4). Nesta terça-feira (26), a Secretaria da Educação fez uma avaliação dos danos provocados aos estabelecimentos em razão das fortes chuvas da última sexta-feira e decidiu manter a suspensão, que começou na última segunda-feira (25).

Ao menos 1.400 famílias ainda sofrem com as consequências da enchente do fim de semana em Cubatão. Essas pessoas estão alojadas em escolas e ginásios de esportes. Quem não perdeu a casa na enxurrada, passou o dia limpando o barro que sobrou depois que a água baixou. A cidade continua em estado de emergência.

De acordo com o secretário Fábio Inácio, as equipes de manutenção do município não teriam condições de recuperar as escolas, que foram atingidas pela enxurrada de lama e pedras. Só as creches, que atendem crianças de zero a três anos de idade, estão funcionando, com exceção da unidade localizada na Vila Fabril, uma área bastante atingida pelo temporal. Para que os pais possam trabalhar, duas escolas que funcionam em tempo integral voltaram a funcionar.

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O temporal que voltou a atingir a região na noite de segunda provocou danos à cidade, que ainda não se recuperou do vendaval de sexta. Fortes rajadas de vento, que chegaram a registrar uma velocidade de 70 quilômetros por hora, provocaram novos estragos.

O maior deles foi a queda da fachada de concreto do Supermercado Krill, no Jardim Casqueiro, causando a morte de Aline Domingues de Barros Ribeiro, de 27 anos.

Reintegração

No final da tarde de segunda, a Procuradoria Municipal entrou com pedido de reintegração de posse dos 173 apartamentos invadidos no Bolsão 9. Desde a manhã do último domingo (24), o conjunto construído pelo governo do Estado, por intermédio da CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano), começou a ser invadido por pessoas que perderam suas casas durante a enchente, segundo denunciou a prefeita Márcia Rosa (PT). Ela disse que não vai admitir a desordem.

— As pessoas terão de respeitar o cadastro elaborado pela administração municipal, que dá prioridade à população das áreas de risco, residente nos bairros-cotas, ao longo da Serra do Mar.

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