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Doria e Crivella anunciam intercâmbio de programas

São Paulo terá plataforma de táxi criada na gestão Crivella e Rio adotará Corujão da Saúde

"Não somos prefeitos das falsas promessas", disse Crivella
"Não somos prefeitos das falsas promessas", disse Crivella Fábio Mota/Estadão Conteúdo

O prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), e do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella (PRB), se encontraram nesta segunda-feira (19), no Rio, e anunciaram que farão um intercâmbio de programas em vigor nos dois municípios.

Em São Paulo, será adotada, já a partir de 1º de julho, a plataforma de táxi criada na gestão Crivella com a intenção de melhorar o sistema para taxistas e passageiros e de fazer frente à concorrência com o Uber e outros aplicativos.

Para o Rio será trazido o Corujão da Saúde, cópia do modelo implantado por Doria para zerar a fila de espera por exames médicos na capital paulista. A data de início do futuro Corujão Carioca ainda será anunciada.

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Doria participa de um encontro com empresários no Hotel Copacabana Palace, promovido pelo Fórum Empresarial de administração pública com apoio do Grupo de líderes empresariais do Rio (Lide-Rio). Ele esteve antes com Crivella numa outra sala do hotel. Recebeu a Medalha São Francisco de Assis (entregue a quem presta "serviço relevante na defesa dos animais") das mãos de vereadores do PSDB e foi saudado também pelo prefeito do Rio.

"Nesse momento de tanta controvérsias na vida pública, seu nome paira acima de qualquer dúvida. Suas políticas altamente humanitárias têm os pés no chão. Não somos prefeitos das falsas promessas, e isso nos identifica muito", disse Crivella.

Doria, por sua vez, relembrou a "amizade de 30 anos" de Crivella com ele e seu pai, o deputado federal João Doria. "É uma relação muito afetiva, de coração. Que nas próximas quatro ou cinco décadas estejamos juntos", afirmou o prefeito de São Paulo.

Doria também ressaltou a importância de governar de olho na responsabilidade fiscal, o que, segundo ele, é uma preocupação de ambas as gestões. "Prezamos pela responsabilidade fiscal, e não pelo populismo irresponsável. Vemos agora os 13 anos de recessão e 14 milhões de desempregados no Brasil', disse, numa referência aos ex-presidentes Lula (PT) e Dilma Rousseff (PT).

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