São Paulo

11/8/2013 às 14h14 (Atualizado em 12/8/2013 às 07h42)

Filho de subcomandante baleado na cabeça continua em estado gravíssimo

Militar e mulher foram assassinados em Mairinque na sexta-feira (9)

Do R7, Agência Record

Lindalva foi encontrada com as mãos amarradas para trás Reprodução/Rede Record

O quadro de saúde do menino de dez anos baleado junto com os pais, em Mairinque, interior de São Paulo, continua gravíssimo, segundo boletim da Secretaria Estadual da Saúde, divulgado neste domingo (11). A criança está sedada e respira com a ajuda de aparelhos. Os sinais vitais são estáveis. De acordo com os médicos, ele não pode ser transferido para outro hospital porque o estado de saúde é muito delicado.

O casal foi morto por quatro homens que chegaram fortemente armados na noite de sexta-feira (9). Laércio e Lindalva tinham marcas de tiros de espingarda na cabeça. A mulher estava com as mãos amarradas para trás. O filho das vítimas, de dez anos, também foi baleado.

Clientes de um bar que fica a 30 m da casa ouviram os disparos e correram até o local do crime. Eles viram os criminosos saindo encapuzados e com armas de grosso calibre.

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O velório e o enterro do casal ocorreram neste sábado, em Mairinque. Familiares, colegas do subcomandante e moradores da cidade, que tem cerca de 50 mil habitantes, estavam indignados com o crime.

Segundo a polícia, após a ação, a quadrilha fugiu levando três armas de Laerte e os dois carros da família. Um deles foi encontrado incendiado, em um bairro da cidade.

A 30 metros da casa tem um bar que estava cheio ontem à noite. Pessoas nas mesas de fora ouviram os tiros e vieram para frente da casa. Deram de cara com os criminosos saindo. Eles estavam com capuz e fortemente armados. 

A Polícia Civil tem duas linhas de investigação para o assassinato do casal Laércio e Lindalva Lanes. Uma das possibilidades é vingança, já que ele era subcomandante da Guarda Municipal de Mairinque, no interior de São Paulo. O outro motivo pode ser um roubo que tenha relação com a venda do imóvel da família, que tinha acabado de ser vendido e as vítimas poderiam estar guardando dinheiro em casa. 

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