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publicado em 29/06/2011 às 13h20: atualizado em: 29/06/2011 às 14h47

Assessor é preso suspeito de
mandar matar prefeito de Jandira

Homem foi detido pela Polícia Civil em Santa Cruz do Rio Pardo, interior de São Paulo

Do R7, com Rede Record

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Um dos principais suspeitos da morte do ex-prefeito de Jandira, Braz Paschoalin, foi preso na tarde desta quarta-feira (29) pela Polícia Civil em Santa Cruz do Rio Pardo, a 351 km de São Paulo. O homem se apresentou como assessor político e foi preso na casa da irmã, no bairro São João, periferia da cidade.

Segundo a polícia, o suspeito estava foragido desde fevereiro deste ano, quando teve a prisão preventiva decretada.

O homem foi encontrado por causa de correspondências entregues na casa da irmã. O detido foi transferido para Jandira por volta das 14h40 desta quarta-feira.

O caso

Braz Paschoalin foi fuzilado na manhã de 10 de dezembro de 2010. No momento do crime, que teria sido negociado por R$ 600 mil e motivado por disputa de poder dentro da prefeitura, a vítima não utilizava um carro blindado, que naquele dia amanheceu com um pneu furado. Braz saiu de casa no veículo do motorista, que também foi baleado quando ambos chegavam a uma emissora de rádio onde Braz participaria de um programa.

A atual prefeita de Jandira, Anabel Sabatine (PSDB), é apontada como suspeita no inquérito que apura a morte do prefeito Braz Paschoalin (PSDB). No documento do Ministério Público que apura a morte de Paschoalin, a atual chefe da administração municipal da cidade na Grande São Paulo aparece como investigada. Anabel nega qualquer envolvimento na morte.

A suspeita é confirmada por uma ex-amiga de Anabel que pediu para ser identificada, por motivos de segurança, apenas como Andrea Paulino. Ela afirma que Anabel teria se reunido com inimigos de Paschoalin ainda quando era vice-prefeita de Jandira. 

Outro crime

No fim de maio, um soldado da 4ª Companhia do 20º Batalhão da Polícia Militar que estava afastado de suas funções foi morto a tiros, por volta das 22h30 de domingo (29), em frente à casa da namorada, no Jardim Belmonte, em Jandira, região oeste da Grande São Paulo. 

O policial, que ficou preso por três anos sob suspeita de tentativa de homicídio, é irmão de Wanderley Lemes de Aquino, ex-secretário de Habitação de Jandira e apontado pelo Ministério Público como um dos três mandantes do assassinato do prefeito Walderi Braz Paschoalin (PSDB), de 62 anos. Wanderley continua preso.

Relembre:


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