27 de Maio de 2012
Alexandre Nardoni e Anna Jatobá voltaram aos presídios em que estavam detidos
Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, condenados nesta sexta-feira (26) pela morte de Isabella Nardoni, chegaram a Tremembé, a 140 km de São Paulo, por volta das 3h deste sábado (27) para cumprir as penas impostas pelo juiz Maurício Fossen. O pai de Isabella foi condenado a 31 anos, um mês e dez dias de prisão, enquanto a madrasta recebeu pena de 26 anos e oito meses de reclusão.
Veja a cobertura completa do julgamento do caso Isabella
Anna Jatobá vai ficar na Penitenciária Feminina Santa Maria Eufrásia Pelletier, enquanto Alexandre Nardoni cumprirá a sua pena Penitenciária Dr. José Augusto Salgado (Tremembé 2). Ambos estiveram presos nas duas cadeias durante o processo e devem permanecer nestas prisões até o fim das condenações.
O crime
Isabella Nardoni morreu após cair da janela do sexto andar do Edifício London, na Vila Mazzei, zona norte de São Paulo. No apartamento, moravam o pai dela, Alexandre Nardoni, a madrasta, Anna Carolina Jatobá, e os dois irmãos menores. A menina morava com a mãe e passava alguns dias com o pai.
O crime aconteceu à noite, depois que o casal e a menina voltaram para o apartamento deles após um passeio. Nardoni e Jatobá afirmam que uma terceira pessoa, nunca identificada, invadiu o local e jogou a menina, que tinha cinco anos, depois que o pai a deixou no quarto e voltou para o carro para ajudar a mulher a transportar os dois filhos pequenos do casal, que estavam adormecidos.
A acusação defendeu durante o julgamento que eles estavam, no apartamento na hora do crime. Peritos da Polícia Civil disseram à época que Isabella foi espancada e esganada dentro do apartamento, antes de ser jogada pela janela do sexto andar. Dias depois a polícia afirmou que não existia uma terceira pessoa no apartamento na noite da morte de Isabella.
Com isso, Alexandre e Anna Jatobá foram presos acusados do crime. Nos quase dois anos em que ficaram detidos, eles nunca disseram ter matado Isabella e nem se acusaram mutuamente pelo crime.
Preencha os campos abaixo para informar o R7 sobre os erros encontrados nas nossas reportagens.
Para resolver dúvidas ou tratar de outros assuntos, entre em contato usando o Fale Com o R7