12 de Fevereiro de 2012
Eles querem os nomes dos alunos, funcionários e professores ouvidos pela Uniban
A investigação está sendo feita desde a última segunda-feira (9). De acordo com os advogados, o inquérito policial investiga se os autores das agressões cometeram pelo menos sete crimes: ato obsceno, cárcere privado, ameaça, constrangimento ilegal, incitação ao crime, injúria e difamação. O R7 tentou entrar em contato com a delegada Angela Andrade, mas não conseguiu.
No início da noite da última terça-feira (10), eles também encaminharam um documento extrajudicial para a reitoria da universidade pedindo que eles fossem notificados oficialmente das decisões e estabelecendo alguns procedimentos para que Geisy volte a estudar. Um dos itens é que as faltas da aluna sejam cancelas, porque ela só não teria comparecido em função da repercussão do fato ocorrido no dia 22.
Além disso, os advogados querem que a estudante tenha, ao final do semestre, acesso a toda a documentação dela caso seja necessário fazer uma transferência. Segundo os advogados, foi dado um prazo de cinco dias. Até a tarde desta quinta-feira (12), a Uniban não tinha se manifestado.
A assessoria de imprensa da Uniban informou que ainda não tem um posicionamento sobre os pedidos dos advogados e sobre o ofício que deve ser enviado ao Ministério Público Federal em São Paulo. É preciso aguardar uma resposta do departamento jurídico da universidade.
Preencha os campos abaixo para informar o R7 sobre os erros encontrados nas nossas reportagens.
Para resolver dúvidas ou tratar de outros assuntos, entre em contato usando o Fale Com o R7