Julia Chequer/R7O advogado de defesa dos Nardoni Roberto Podval disse que pquer diminuir número de testemunhas à metade
27 de Maio de 2012

Roberto Podval disse, na manhã desta quarta-feira, que julgamento está "demorando muito"
Nos dois primeiros dias de julgamento do caso, apenas quatro das 16 testemunhas foram ouvidas: a mãe de Isabella, Ana Carolina Oliveira; a delegada do 9º Distrito Policial, Renata Pontes; o médico legista do IML (Instituto Médico-Legal), Paulo Sérgio Tieppo; e o perito criminal baiano Luiz Eduardo Carvalho.
Podval disse ainda que vai manter o pedido para que o juiz Maurício Fossen não dispense Ana Carolina Oliveira do julgamento. Ele voltou a falar sobre a possibilidade de uma acareação entre ela e os Nardoni.
Além do advogado de defesa, o promotor Francisco Cembranelli, o pai e a irmã de Alexandre Nardoni também já chegaram ao Fórum de Santana nesta quarta.
Terceiro dia
O terceiro dia de julgamento do caso Isabella deve começar com o depoimento da perita criminal do IC (Instituto de Criminalística) Rosangela Monteiro, coordenadora da equipe que elaborou o laudo da cena do crime. Ela é testemunha compartilhada pela acusação e defesa do casal Nardoni. A exemplo do que fez durante os depoimentos de terça-feira (23), o promotor Francisco Cembranelli deve voltar a usar o recurso de maquetes para ilustrar a dinâmica do crime.
Faltam os depoimentos de outras 12 testemunhas – o de Rosangela e os de 11 pessoas chamadas pela defesa. Após o testemunho da perita do IC, começam a ser ouvidas as testemunhas convocados pelos advogados de Alexandre e Anna Jatobá. Depois disso, será a vez de os réus serem interrogados.Ao todo, foram dispensadas no início do júri sete testemunhas, entre elas a avó materna de Isabella, Rosa Cunha. O promotor alegou que ela já prestou depoimentos e que ideia era evitar desgaste emocional.
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