O
R7 procurou nos dias 29 e 30 de dezembro de 2009 a SPTrans (empresa que gerencia o transporte público em São Paulo) para que ela comentasse as críticas feitas por especialistas ao aumento no valor da passagem de ônibus, que passa de R$ 2,30 a R$ 2,70 na segunda-feira (4), e não obteve resposta.
No dia 20 de dezembro, após o prefeito
Gilberto Kassab (DEM) ter anunciado o aumento no valor do ônibus, a Secretaria de Comunicação Social da Prefeitura de São Paulo enviou um texto justificando o aumento.
Na nota, a administração do prefeito Kassab alegou que contou com o auxílio da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), uma das fundações da USP, para fazer os estudos que ajudaram a definir o novo valor da tarifa de ônibus.
No texto, a prefeitura afirma ainda que que, no período de três anos sem reajuste – o último havia sido em 2006, quando a tarifa subiu de R$ 2 para R$ 2,30 -, foram dados diversos benefícios, entre eles renovação de 8.100 ônibus da frota, 3.675 ônibus acessíveis e extensão da validade do Bilhete Único de duas horas para três horas. A adoção do bilhete Amigão, que permite ao usuário do Bilhete Único fazer quatro viagens de ônibus em até oito horas aos domingos e feriados, também foi citada como justificativa para a elevação no valor da tarifa.