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24 de Outubro de 2014

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publicado em 22/06/2012 às 06h50: atualizado em: 22/06/2012 às 09h00

Mais dois policiais militares são mortos e outra base é atacada em São Paulo

Em cinco dias, cinco policiais foram mortos e duas bases foram atacadas na capital

Do R7, com Agência Record

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O policial militar Osmar Santos Ferreira foi morto no bairro do Grajaú, zona sul da capital paulista. Segundo informações do 50º Batalhão, da Vila São José, por volta das 5h desta sexta-feira (22), ele estava a caminho do trabalho, em uma moto, quando foi fechado por um automóvel, na avenida Prefeito Paulo Lauro, altura do número 100.

Segundo a polícia, criminosos armados, que estavam dentro do veículo, deram um tiro na cabeça do policial e fugiram. A vítima chegou a ser levada ao pronto-socorro do hospital Grajaú, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.

Você acredita que mortes são ação organizada?

Outro policial militar foi morto dentro de um supermercado, no bairro do Capão Redondo, zona sul da capital paulista. Por volta das 20h30 desta quinta-feira (21), o policial Paulo César Lopes Carvalho, de 40 anos, fazia compras no supermercado Cercadão, na rua Henrique Sam Mindlin, número 191, quando três bandidos se aproximaram.

Um deles teria identificado o PM e ordenado que os comparsas atirassem. Mesmo baleado, o policial reagiu e acertou um dos criminosos na cabeça. Os outros dois conseguiram fugir e ainda não foram identificados.

Carvalho foi levado ao pronto socorro do Hospital M'boi Mirim, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. O caso foi registrado no DHPP (Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa) como homicídio qualificado.

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Enquanto policiais realizavam a preservação do local onde o PM Paulo César foi morto, uma viatura foi alvo de disparos na mesma região. Segundo a polícia, os tiros partiram de uma kombi, que, em seguida, fugiu por uma favela. Policiais da Força Tática e da Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar) reforçaram o policiamento na região.

Bases atacadas

Além dos assassinatos, mais uma base da Polícia Militar de São Paulo foi atacada na madrugada desta sexta. Desta vez, o alvo foi em Itaquera, na zona leste da capital paulista. Segundo a polícia, criminosos atiraram contra a base da 4ª Companhia do 39º Batalhão, localizada na rua Joapitanga, por volta das 2h. Os policiais teriam sido chamados para atender a uma ocorrência e, pouco tempo depois de saírem, a base foi atacada com vários disparos.

Os dois policiais que estavam na base conseguiram se esconder e não foram feridos. Pouco tempo após o ataque, equipes da Força Tática da área encontraram os quatro suspeitos de terem realizado os disparos. Eles estavam em um automóvel roubado, localizado na avenida Calim Eid.

No encontro entre policiais e suspeitos, houve troca de tiros e um PM e um suposto bandido foram atingidos. O PM ferido foi levado para o pronto-socorro do Hospital Santa Marcelina com ferimentos leves. Ele foi atendido e liberado. O bandido não resistiu e morreu. Os outros três atiradores conseguiram fugir.

Ataque anterior

Na noite de quarta-feira (20), outra base na zona leste, em São Mateus, foi atingida por disparos. Nenhum dos policiais de plantão foi ferido. Na mesma noite, porém, dois PMs foram assassinados, um em Aricanduva, quando foi emboscado por seis homens numa academia, e outro em Pirituba. As polícias Civil e Militar estão investigando se os casos têm relação.

O secretário Estadual de Segurança Pública, Antonio Ferreira Pinto, afirmou na manhã de quinta-feira (21) que os recentes assassinatos de policias militares não são resultado de ações orquestradas por facções criminosas. Apesar dos rumores de que estariam acontecendo novos ataques do grupo que atua a partir dos presídios paulistas, o secretário classificou os crimes como “pontuais”.

— Não há nenhuma ligação com facção criminosa. Nós temos absoluta certeza disso. São fatos isolados.

Represália

Alguns soldados da corporação afirmam, no entanto, que pelo menos 13 policiais militares teriam sido mortos nas últimas duas semanas — o comando da PM não confirma a informação. De acordo com um policial militar que não quis se identificar, as mortes podem ter sido ordenadas de dentro de presídios por represália à ação da Rota, realizada em maio, em que seis suspeitos de integrarem uma facção criminosa foram mortos na zona leste de São Paulo.

Além disso, ele conta que os assassinos seriam “premiados” com até R$ 5.000 por policial morto e que, como muitos policiais fazem “bicos”, os criminosos aproveitariam esse momento em que os PMs estão desprotegidos para agir.

Em maio de 2006, o Estado sofreu uma onda de ataques coordenados pela organização criminosa. Além de órgãos de segurança, bancos e estabelecimentos comerciais foram alvos dos bandidos. Em 20 dias, 493 pessoas foram mortas, sendo 446 civis.

Assista ao vídeo:

 

07/05/2011

Você sabe como foram os ataques de maio de 2006?


Qual foi o motivo que gerou os ataques em São Paulo em maio de 2006?

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Quando os ataques da facção criminosa começaram no Estado?

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Quantas pessoas morreram no ataque, durante o período de 12 a 20 de maio?

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Quem governava o Estado de São Paulo na época dos ataques?

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Entre os acusados pelo crime, qual era um dos chefes da facção criminosa responsável pelos ataques?

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Veja as respostas corretas

 

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Você acredita que as mortes e ataques às bases da Polícia Militar em São Paulo são uma ação organizada?

Nos últimos cinco dias, cinco policiais militares foram assassinados e duas bases da corporação foram alvo de disparos na capital paulista

  • Sim. Acho que o governo quer abafar o caso, mas criminosos voltaram a se organizar em São Paulo

  • Não. Os ataques são ações isoladas e que terão uma represália imediata da polícia

  • Não interessa se elas são organizadas ou não. A segurança do Estado precisa acabar logo com isso e prender todos os suspeitos

 
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