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publicado em 11/11/2009 às 14h28:

Marcola pede dispensa de júri em carta de próprio punho

Julgamento começou por volta das 14h10 desta quarta-feira (11) no Fórum da Barra Funda; Marcola é apontado como um dos chefes da facção criminosa que age no Estado de SP

Clayton Freitas, do R7

Marcos Willians Herbas Camacho, o Marcola, apontado como um dos chefes da facção criminosa que age dentro e fora dos presídios de São Paulo, pediu à Justiça em carta escrita de próprio punho dispensa do julgamento que acontece na tarde desta quarta-feira (11). A carta foi apresentada por Roberto Bartolomei Parentoni, advogado de Marcola, a jornalistas que vão acompanhar o julgamento no Fórum da Barra Funda e foi juntada ao processo em que Marcola é reu. A carta diz:

- Eu Marco William Herbas Camacho venho solicitar dispensa do júri que deverá ocorrer na data 11/11/09, ou seja, por vontade própria e de acordo com a lei renuncio ao direito de estar presente neste júri.

O juiz Alberto Anderson Filho aceitou o pedido. O advogado não deu detalhes do motivo da ausência. O julgamento teve início por volta das 14h10. Os sete jurados foram sorteados - seis homens e uma mulher. De acordo com Bartolomei Parentoni, esta é a primeira vez que Marcola vai responder a um processo na Justiça por homicídio. Outros nove processos citam Marcola como acusado por assassinatos (seis correm na Barra Funda, três no Fórum de Santana e um no Fórum de Jundiaí).

Em janeiro do ano que vem, Marcola vai responder em julgamento pela morte de um policial na onda de ataques de uma facção criminosa no Estado de São Paulo, em 2006.

Nesta quarta, o júri deve se estender até a 1h de quinta-feira (12), segundo estima o juiz Anderson Filho. Ele é acusado de ser um dos mandantes do assassinato do juiz-corregedor de presídios Antônio José Machado Dias, no dia 14 de março de 2003.  Apesar do apagão energético da noite de terça e madrugada desta quarta, a sessão será mantida. O diretor de presídio Luciano César Orlando foi convocado como testemunha de defesa de Marcola. Entre as de acusação estão, os delegados Rui Ferraz e Godofredo Bittencourt, além do agente de segurança Fernando José Tomazela da Silva.

Marcola deveria ter sido julgado no dia 1º de outubro deste ano, mas o julgamento foi adiado. Na ocasião, Júlio César Guedes de Moraes, o Julinho Carambola, que também faz parte da facção criminosa e que era acusado pelo mesmo crime, foi condenado a 29 anos de prisão.

Machado Dias, que era juiz-corregedor da Vara de Execuções Criminais e corregedor dos Presídios de Presidente Prudente, cidade a 558 km de São Paulo, foi assassinado depois de sair do fórum local, no fim da tarde do dia 14 de março de 2003. Ele foi baleado dentro de seu carro em uma emboscada, nas proximidades do local onde trabalhava. Ele era conhecido por ser sério e duro ao julgar pedido de presos.

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