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publicado em 02/02/2011 às 05h26: atualizado em: 02/02/2011 às 07h10

Motoristas e cobradores de ônibus
mantêm greve na zona leste de SP

Nenhum dos 517 veículos da Viação Himalaia deixou as garagens nesta quarta-feira (2)

Natália Daumas, da Agência Record

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A paralisação dos motoristas e cobradores da Viação Himalaia continua na manhã desta quarta-feira (2). Segundo informações da SPTrans (São Paulo Transportes), até as 6h30 nenhum dos 517 veículos havia saído das duas garagens da empresa, na zona leste da capital paulista. 

A greve, que inicialmente afetava apenas a Garagem 2 da Viação Himalaia, agora envolve também a Garagem 1, que atende a região central da cidade. De acordo com a SPTrans, trabalhadores da garagem 1 teriam se unido ao movimento às 4h de hoje "por solidariedade aos colegas". Trabalhadores e dirigentes devem buscar novamente um acordo durante a manhã.

Só na terça-feira, com a paralisação da Garagem 2, cerca de 90 mil pessoas f oram afetadas. O cálculo foi feito pela SPTrans, que ainda contabilizava o número de pessoas que devem ser prejudicadas nesta quarta-feira.

Com a paralisação, a SPTrans adotou a operação PAESE (Plano de Apoio entre as Empresas em Situação de Emergência),  que vai atender a população cobrindo as 17 principais linhas das duas garagens da Viação Himalaia. Foram colocados em circulação 152 coletivos.

A garagem 1, localizada na rua Nestor de Barros, número 289, no Tatuapé, normalmente conta com 212 carros que atendem a 15 linhas. A garagem 2, localizada na rua Leandro de Sevilha, n°95, Sapopemba, e conta com 305 ônibus, os quais normalmente atendem a 30 linhas, ligando os bairros de São Mateus e Cidade Tiradentes ao Parque Dom Pedro e às principais estações do metrô.

Assista ao vídeo:

 

 

Impasse

Após reunião realizada no início da tarde de terça-feira (1º) com o Secretário Municipal dos Transportes, Marcelo Cardinale Branco, motoristas e cobradores da Viação Himalaia optaram por dar continuidade à greve iniciada na tarde da última segunda-feira (31) por conta de um impasse trabalhista entre a empresa e os funcionários, que estariam receosos diante da possível medida operacional que pretende transferi-los para a cooperativa Novo Horizonte.

Segundo Laercio Cristiano, diretor do sindicato conhecido como Boca, a Viação Himalaia foi comprada pela Viação Nova Horizonte, que pretendia incorporar os trabalhadores automaticamente, sem o pagamento da rescisão contratual.

O Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Passageiros de São Paulo (SPUrbanuss) chegou a declarar que não haveria alterações nos contratos de trabalhos dos empregados da Viação Himalaia e que a empresa se comprometeria a pagar as horas de paralisação decorrentes do protesto, desde que os trabalhadores retornassem às atividades normais de trabalho às 14h30 daquele dia - o que não foi cumprido.

O diretor do Sindicato dos Motoristas, José Sebastião Marques, representante da garagem da Himalaia, declarou  que a pauta encaminhada pelos motoristas e cobradores prejudicados com as possíveis novas medidas não foi discutida fielmente e que a reunião não trouxe as soluções buscadas pelos funcionário - por este motivo, a greve continua.


 
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