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publicado em 13/09/2010 às 18h31:

ONG pede critérios mais rígidos para qualificar ar em SP

Abaixo-assinado deverá ser entregue à Cetesb no Dia Mundial sem Carro

João Varella, do R7

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A ONG Movimento Nossa São Paulo anunciou nesta semana a elaboração de um abaixo-assinado pedindo a adoção dos critérios da OMS (Organização Mundial da Saúde) para qualificar a condição do ar de São Paulo. A Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo) usa critérios próprios, menos rigorosos do que a recomendação da instituição vinculada a ONU (Organização das Nações Unidas).

Para a concentração anual de material particulado - a poeira fina que pode penetrar nos pulmões -, por exemplo, a OMS recomenda um limite de 20 microgramas por metro cúbico, enquanto que a Cetesb considera adequado até 50 microgramas. Outros cinco critérios de medição da poluição são mencionadas no documento elaborado pela ONG.

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Segundo Maurício Broinizi, coordenador da secretaria executiva do Nossa São Paulo, o documento será mais qualitativo do que quantitativo.

– Chamamos para participar pessoas que têm a ver com o tema, para que o abaixo-assinado tenha legitimadade.

O abaixo-assinado deve ser entregue no dia 22 deste mês, o Dia Mundial sem Carro, para a Cetesb e outros órgãos de governo que lidam com o meio ambiente. A ONG pretende fazer uma série de ações (veja a programação completa), entre elas a divulgação de uma pesquisa anual sobre mobilidade urbana em São Paulo – dados preliminares revelam que a percepção da qualidade do ar de São Paulo piorou.

Estudo da USP (Universidade de São Paulo) noticiado pelo R7 em julho deste ano mostra que São Paulo e outras cinco capitais brasileiras estão acima dos limites de poluição determinados pela OMS.

Para o engenheiro e doutor pela FMUSP (Faculdade de Medicina da USP) Paulo Afonso André, um dos coordenadores do LPAE (Laboratório de Poluição Atmosférica Experimental), a Cetesb atualmente usa os critérios da legislação brasileira, que estão defasados. O professor destaca que a pressão da sociedade civil pode agilizar mudanças nos critérios. 

Maria Helena Martins, gerente da divisão de qualidade do ar da Cetesb, afirma que há um grupo de trabalho analisando novos critérios para categorizar a qualidade do ar em São Paulo. Segundo Maria, a própria OMS reconhece que os critérios são rígidos e que a implementação desses critérios deve ser feita em etapas.


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