27 de Maio de 2012
Prefeitura fez uma rede auxiliar desviando a água da adutora rompida na quarta-feira
Técnicos da Sama, empresa de saneamento da cidade de Mauá, na Grande São Paulo, e da Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo), encontraram um medida paliativa para resolver o problema dos 320 mil moradores da cidade que estavam sem água por causa do rompimento de uma adutora, na quarta-feira (8).
No final da tarde de sexta-feira (10), uma rede auxiliar de 300 mm, paralela a adutora rompida, foi montada para levar água até os reservatórios afetados. Para utilizar esta rede foi necessário manobrar um registro que impede o fluxo da água para a rede danificada.
Moradores de Mauá continuam sem água nesta sexta
Vazamento de água fecha avenida do Estado
Com a manobra, parte dos bairros afetados começaram a ter o fornecimento normalizado na noite de sexta e manhã deste sábado (11). No entanto, o volume de água que chega aos reservatórios equivale a um terço da capacidade dos mesmos. Portanto, não é suficiente para atender toda a demanda.
Segundo a Sama, cerca de 40% dos 320 mil moradores foram atendidos com a implantação da rede auxiliar.
Rompimentos
Depois de a Sama finalizar, na manhã de sexta, os reparos na tubulação - que se rompeu no Capiburgo, região de mata com declive íngreme, e na avenida Benedita Franco da Veiga próximo à estrada do Sapopemba - a primeira bomba, de um total de três, foi religada às 8h de ontem. No entanto, devido ao encharcamento da terra, não foi possível escorar a tubulação e a emenda se rompeu de novo, por volta das 8h40.
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Sem o abastecimento, alguns moradores tiveram de buscar outras alternativas para ter água. Alguns caminham até bicas, enquanto outros chegam a recolher água da chuva para limpar áreas externas das casas.
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