José Patrício/Agência EstadoTrês vigas de 85 toneladas desabaram sobre a rodovia Régis Bittencourt, na altura do km 279
27 de Maio de 2012
Vigas de concreto do Rodoanel são removidas após desabamento
Mural: você testemunhou o acidente?
Na noite de sexta (13), quando aconteceu o acidente, parte da pista da rodovia no sentido Paraná havia sido liberada. Por volta das 9h, havia lentidão na via. Na madrugada deste sábado, por volta das 3h, uma viga que ficou suspensa em razão do acidente foi retirada. Nesta manhã, desde as 7h, duas das três vigas foram removidas.
Desvios
A empresa a Autopista Régis Bittencourt orienta o motorista que vai no sentido capital e está na altura de Miracatu a desviar, na altura do km 384, para Santos e, a partir daí, chegar a São Paulo.
Aqueles que estão na região de Itapecirica da Serra, na Grande São Paulo, devem desviar para essa cidade a partir do km 284 da Régis. Já quem está em Embu, também na região metropolitana, deve pegar o km 280. Nos dois casos, o motorista passa por dentro desses municípios e sai no km 278 da rodovia, sentido São Paulo.
Na altura do km 280, a Régis registra cerca de dez quilômetros de lentidão, segundo informou por volta das 9h40 a concessionária.
Feridos
Uma mulher que ficou ferida no desabamento já deixou o pronto-socorro do Hospital Municipal de Embu, na Grande São Paulo, onde recebeu atendimento e estava em observação, segundo informaram funcionários do hospital. Ela dirigia um veículo Celta no momento do acidente. Ao todo, três pessoas ficaram feridas.
O motorista do caminhão continuava internado na manhã deste sábado no Pronto Socorro do Hospital Geral de Pirajussara. O condutor do Renalt Clio estava no pronto-socorro do Hospital Geral de Itapecerica da Serra. O estado de saúde deles não é grave e nenhum deles corre risco de morte.
Falhas
O governador José Serra foi até o local na noite de sexta-feira e admitiu que houve problemas na obra. As possíveis causas do acidente ainda não foram informadas. O governador disse que os motivos serão apurados.
- Houve falhas, mas é preciso ser bem investigado não só pela Dersa mas também pelo IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas), afirmou Serra.
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