São Paulo

6/12/2012 às 09h39 (Atualizado em 6/12/2012 às 09h39)

Oscar Maroni investe R$ 300 mil em reforma do Bahamas

Empresário disse que perdeu R$ 60 milhões em fechamento

Vanessa Sulina, do R7

Clube Bahamas, em Moema, zona sul, está fechado a cinco anos Daia Oliver/R7

Depois de cinco anos de portas fechadas, o dono do Bahamas Club, Oscar Maroni, disse ao R7 nesta quarta-feira (5) que em breve seu imóvel, que fica em Moema, zona sul de São Paulo, voltará a funcionar. Segundo o empresário, ele deve conseguir logo o documento de liberação da prefeitura e poderá reabrir.

O imóvel foi fechado pela prefeitura porque o estabelecimento está localizado na zona de ruído do aeroporto de Congonhas, de acordo com a administração municipal. Mas, segundo o empresário, com o tratamento acústico que a boate tem disponível, o local ficará com menos de 40 decibéis, o que seria aceitável pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil).

Na busca por tentar reabrir o Bahamas, Maroni disse que enviou uma carta para a Anac para questionar se seu imóvel poderá ou não ser reaberto, de acordo com a regulamentação nacional.

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O R7 teve acesso a uma carta com perguntas que Maroni disse ter enviado à Anac pedindo explicações. No documento supostamente emitido pela Anac em resposta a ele, há um trecho que diz que “de acordo com a tabela E-1 RBAC 161 (regulamento brasileiro da aviação civil que regulamenta a zona de ruído), aplicada no caso do Aeroporto de Congonhas, hotéis localizados entre as curvas de 65 e 75 serão compatíveis se tiverem tratamento acústico com redução de ruído de pelo menos 25dB”.

Depois de ter esta resposta, o empresário contou que vai entrar novamente com o pedido do Habite-se na Prefeitura de SP, documento que autoriza a reabertura. Animado com a perspectiva de reabertura, o empresário disse que deverá gastar R$ 300 mil para “modernizar” a boate.

— Já estou recontratando os funcionários. Durante estes cinco anos fechado, perdi R$ 60 milhões.

Procurada pela reportagem para confirmar a veracidade da carta, a assessoria de imprensa da Anac disse que informou "ao empresário Oscar Maroni, por meio dos canais de relacionamento com os usuários, que, de acordo com o Regulamento Brasileiro de Aviação Civil nº 161, em 28/09/2011, não é necessária a aprovação ou a consulta prévia à ANAC, no que tange ao ruído aeronáutico, para a ocupação do solo em áreas abrangidas pelos Planos de Zoneamento de Ruído de Aeródromos – PZR. As restrições devem ser executadas pelo poder público municipal, assim como a deliberação a respeito da regularização e/ou aprovação de empreendimentos localizados nessas regiões.”

A Coordenação das Subprefeituras de São Paulo informou que a situação do Bahamas Club segue irregular, já que o imóvel situa-se na zona de ruído do aeroporto de Congonhas.

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