São Paulo

25/4/2013 às 19h42 (Atualizado em 25/4/2013 às 20h35)

Paciente impediu mãe de dentista queimada viva de entrar em consultório após o crime

Corpo da vítima, assassinada onde trabalhava, ainda não havia sido retirado do local

Do Cidade Alerta

Reprodução/Rede Record

Risoleide Moutinho de Souza, mãe da dentista Cinthya Magaly Moutinho de Souza, queimada viva no início da tarde desta quinta-feira (25) disse que a mulher que estava sendo atendida pela filha na hora do assalto pediu para que ela não entrasse no consultório.

O corpo da filha ainda estava no local — ela foi queimada após dizer aos ladrões que não tinha mais dinheiro além dos R$ 30 que eles haviam sacado da conta dela em um caixa eletrônico.

Ela conta que, ao chegar de carro, com o marido, próximo ao consultório da filha, viu um "tumulto" e chegou a pensar que se tratava de uma briga. Ela ainda não sabia sobre o que havia acontecido com a filha

— A moça que saiu de lá da cadeira disse "dona Leide, não entra, porque entraram três marginais enquanto eu estava na cadeira". Essa moça, que estava na cadeira, viu tudo, talvez conheça até os caras.

Leia mais notícias de São Paulo

"Ela era um anjo desde criança", diz mãe de dentista que morreu queimada por criminosos

Bastante abalada, ela diz não ter visto o corpo da filha, mas foi informada do estado em que o corpo foi encontrado pelos policiais.

— Ela estava toda queimada, toda inchada. Não vi minha filha. Levaram, mas eu não vi.

Assista ao vídeo:

  • Espalhe por aí:

Veja também

Todas as notícias
Publicidade
Compartilhe
X
Enviar por e-mail
(todos os campos marcados com * são obrigatórios)
Preencha os campos corretamente.
Mensagem enviada com sucesso!