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São Paulo

5/4/2014 às 12h53 (Atualizado em 5/4/2014 às 13h29)

Suspeito confessa ter espalhado corpo esquartejado em São Paulo, mas nega assassinato

Homem foi preso por PMs graças a retrato feito por computador

Do R7, com Fala Brasil

Suspeito nega assassinato, mas continua preso Reprodução/Rede Record

O homem preso na sexta-feira (5) acusado de espalhar pelo bairro de Higienópolis, região central de São Paulo, partes de um corpo esquartejado há duas semanas, negou ser o autor do crime. O suspeito confessou ter espalhado os sacos pelo bairro nobre da capital paulista, mas negou o assassinato da vítima, ainda não identificada.

José Eduardo Jeronimo, de 29 anos, foi preso na tarde de sexta-feira (4) após ser abordado para “averiguação” por policiais militares. Durante o procedimento, os oficiais o reconheceram pelo retrato computadorizado feito pela investigação e divulgado na quinta-feira (3).

Segundo o delegado Itagiba Franco, José Eduardo é usuário de crack e chegou ao DHPP (Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa) sob efeito da droga.

Na região onde o suspeito vivia, no centro da capital, a polícia encontrou as mesmas roupas que José usava quando carregava o carrinho de feira.

Durante interrogatório de quatro horas ontem, José Eduardo admitiu ter recebido as sacolas com a missão de espalhá-las em regiões diferentes da cidade, mas afirmou não saber que se tratava de partes de um corpo humano.

Ele disse ainda aos policiais ter percebido que os sacos estavam pesados, mas que em momento algum os abriu para checar o que havia dentro.

Segundo o rapaz, ele teria recebido R$ 30 da pessoa que ordenou a ocultação das partes do corpo.

José Eduardo declarou ainda que espalhou os sacos plásticos apenas em Higienópolis, região nobre de São Paulo, negando ter deixando na Praça da Sé, quatro dias depois, o saco plástico encontrado com uma cabeça humana.

Versões

A polícia agora quer saber se a versão do suspeito é verdadeira.

“[Estamos investigando] até que ponto ele participou [do crime]”, diz Itagiba.

Como José Eduardo era procurado por roubo, ele permanecerá preso até que sua participação no crime seja esclarecida.

O DHPP investiga o esquartejamento desde a semana passada. Além do tronco e dos membros encontrados em Higienópolis, no dia 23, uma cabeça foi achada na Praça da Sé no dia 27.

Um resultado de DNA deve sair nos próximos dias para confirmar a identificação do corpo.

Imagens: polícia aposta em teste de DNA para solucionar mistério

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