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São Paulo

18/4/2013 às 18h57 (Atualizado em 18/4/2013 às 19h48)

Terceiro dia do júri do Carandiru é encerrado após pouco mais de três horas

Sessão começou às 15h03, após jurado passar mal na quarta-feira, mas foi terminada às 18h40

Vanessa Beltrão, do R7

Júri acontece no Fórum Criminal da Barra Funda, zona oeste de SP Eduardo Enomoto/R7

O juiz José Augusto Nardy Marzagão, que preside o julgamento dos 26 acusados de participação no massacre do Carandiru, decidiu encerrar o terceiro dia do júri por volta das 18h40 desta quinta-feira (18). A sessão havia sido retomada às 15h03, após um dos membros do conselho de sentença passar mal, na quarta-feira (18).

Com pouco mais de três horas de julgamento, o magistrado citou, depois das 18h30, o “adiantar da hora” como justificativa para encerrar os trabalhos nesta quinta-feira (18), no Fórum Criminal da Barra Funda, zona oeste de São Paulo.

Foi feita a leitura de peças do processo e também exibidos alguns vídeos neste terceiro dia do júri. O número de intervalos durante a sessão também aumentou nesta quinta-feira.

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O julgamento deve ser retomado às 9h desta sexta-feira (18), dia em que deve sair a sentença dos acusados. Quatro dos 26 réus vão depor. A advogada dos PMs Ieda Ribeiro de Souza vai escolher quatro clientes para serem interrogados. Os nomes dos que falarão em plenário ainda não foram divulgados. Os réus respondem por homicídio qualificado — com uso de recurso que dificultou a defesa da vítima.

Relembre o caso

O massacre do Carandiru começou após uma discussão entre dois presos dar início a uma rebelião no pavilhão nove. Com a confusão, a tropa de choque da Polícia Militar, comandada pelo coronel Ubiratan Guimarães, foi chamada para conter a revolta.

Até hoje, apenas Ubiratan Guimarães chegou a ser condenado a 632 anos de prisão, porém um recurso absolveu o réu e ele não chegou a passar um dia na cadeia. Em setembro de 2006, Guimarães foi encontrado morto com um tiro na barriga em seu apartamento nos Jardins.  A ex-namorada dele, a advogada Carla Cepollina, foi a julgamento em novembro do ano passado pelo crime e absolvida.

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