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259 morrem por febre amarela no Brasil em 2017

Das 421 notificações, 47 ainda são investigadas e 115 foram descartadas

Do R7

Desde o começo do ano foram registrados 3.157 casos suspeitos da doença
Desde o começo do ano foram registrados 3.157 casos suspeitos da doença Thinkstock

Duzentas e cinquenta e nove mortes por febre amarela foram confirmadas pelo Ministério da Saúde em 2017. Os dados contabilizam óbitos até a última quinta-feira (11) e, das 421 mortes registradas, 47 ainda estão sendo investigadas e 115 já foram descartadas.

O estados que mais registraram mortes decorrentes da febre amarela foram todos da região Sudeste. Minas Gerais ficou em primeiro lugar, com 167 mortes confirmadas, seguido pelo Espírito Santo e São Paulo, com 78 e 7 óbitos confirmados, respectivamente.

Nesse mesmo período, foram notificados 3.175 casos suspeitos, sendo que 622 permanecem em investigação e 1.797 foram descartados.

A vacinação de rotina para febre amarela é ofertada em 19 estados (Acre, Amazonas, Amapá, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Bahia, Maranhão, Piauí, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina), sendo que em todos eles há a recomendação para imunização.

Além dessas áreas, no entanto, também está sendo vacinada de forma escalonada a população do Rio de Janeiro e Espírito Santo. Todas as pessoas que vivem nesses locais devem tomar uma dose da vacina ao longo da vida.

Mutação inédita

Nesta segunda-feira (15), a Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) finalizou um estudo que mostrou que o vírus da febre amarela sofreu uma mutação genética inédita associada a proteínas envolvidas na replicação viral.

Segundo a instituição, não há registro anterior dessas mutações na literatura científica mundial e ela não interfere na eficácia da vacina atualmente disponibilizada pelo Ministério da Saúde.

Vírus responsável por surto de febre amarela no Brasil sofre mutação genética inédita

Logo após a divulgação desse informação pela empresa, o ministro da Saúde, Ricardo Barros, reforçou que a alteração não prejudica a aplicação das vacinas, mas ressaltou que serão feitos estudos da mutação.

— Evidentemente, vamos avaliar isso e ver se podemos fazer alguma melhoria que seja necessária.

Vacina da febre amarela continua eficaz mesmo com mutação de vírus, diz ministro

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