Saúde

19/11/2012 às 08h09 (Atualizado em 19/11/2012 às 09h04)

Cientistas estudam alimentação que prolonga a vida

O estudo está sendo realizado em camundongos e moscas de frutas

Agência Estado

A busca da eterna juventude sempre foi um mito que moveu a humanidade. Afinal, quem não gostaria de prolongar a vida e de preferência com muita saúde? Pesquisadores da University College London podem estar no caminho para conseguir o feito.

Os cientistas estão estudando fatores ligados à genética e a alimentação para desenvolver tratamentos que combatam o envelhecimento. O estudo, que está sendo realizado em camundongos e em moscas de frutas, que segundo os pesquisadores, tem um jeito de agir semelhante aos humanos.

Os insetos mais velhos caem muito, andam devagar, comem menos e sofrem de diminuição de memória e libido. Todas essas reações estão associadas ao envelhecimento humano.

Durante os experimentos de mutação de genes únicos, que revelaram como diminuir os efeitos da mutação que pode provocar a doença de Alzheimer, além da ingestão de 40% de alimentos, que proporcionaram a possibilidade de aumento de vida em até 30%.

Os resultados indicam que o tratamento pode ter sucesso em humanos e combater doenças cardiovasculares, degenerações neurológicas e câncer.

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