Saúde

21/12/2012 às 21h53 (Atualizado em 21/12/2012 às 21h53)

Criadores de gado da Venezuela pedem medidas após "vaca louca" no Brasil

EFE

Caracas, 21 dez (EFE).- A Federação Nacional de Criadores de Gado da Venezuela (Fedenaga) pediu nesta sexta-feira ao Governo de seu páis medidas preventivas perante a aparição de um caso "não clássico" de encefalopatia espongiforme bovina (EEB), doença conhecida como "mal da vaca louca", em um espécime que morreu em 2010 no Brasil. O presidente de Fedenaga, Manuel Cipriano Heredia, explicou hoje à Agência Efe que este grêmio propõe que o Governo faça "um estudo de análise de risco", que seja completo, "do ponto de vista epidemiológico" e "de diagnóstico". Heredia detalhou que a Venezuela importa do Brasil animais vivos para matadouro que saem do estado do Pará, cujo risco sanitário considerou "baixo", assim como carne congelada e um grupo de animais trazidos como reprodutores sobre o qual expressou sua preocupação. O dirigente se declarou a favor da suspensão temporária da entrada ao país de animais para criação enquanto esse estudo estiver sendo desenvolvido. "Não estamos dizendo que a carne está contaminada, nós estamos pedindo ao Governo nacional que faça uma análise", argumentou. Heredia estimou que "cerca de 50%" da carne consumida na Venezuela é importada, principalmente do Brasil. Um relatório do Instituto Nacional de Estatísticas (INE) da Venezuela revelou que as importações de animais vivos e produtos do reino animal do Brasil alcançaram US$ 744 milhões em 2011, enquanto neste ano já somam US$ 930 milhões. No último dia 7 de dezembro, o Governo brasileiro anunciou que os resultados dos testes realizados em uma vaca que morreu no sul do país em 2010 revelam que se tratou de um caso "não clássico" de EEB e descartou riscos para a saúde. A Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura detalhou que os resultados confirmaram que a vaca, procedente do Paraná, possuía o agente que desencadeia a EEB, mas não manifestou a doença nem morreu por essa causa. O ministro venezuelano de Alimentação, Carlos Osório, indicou, segundo o site do jornal "El Mundo", que o país não suspenderá as compras ao Brasil e que as autoridades têm "bem calculada" a origem do surto para evitar compras de cabeças de gado ou carne dessa região. EFE lb/rsd
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