Formada por seis órgãos de saúde, incluindo o ministério, a Conitec analisou quatro vezes mais tecnologias do que a média entre 2006 e 2011. Mais de 20% foram aprovadas e estarão disponíveis na rede pública ainda neste primeiro semestre.
Para aprovar uma nova tecnologia, a Conitec exige documentos e estudos que comprovem evidência clínica consolidada, eficácia, eficiência e custo-benefício dos produtos. O processo conta ainda com a participação da sociedade por meio de consultas públicas.
Equipe AE

