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publicado em 13/09/2010 às 06h00:

Cialis ganha versão que deve ser tomada todo dia

Objetivo da fabricante é fazer com que usuário "esqueça" que tem disfunção erétil

Felipe Maia, do R7

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O Cialis, remédio para disfunção erétil que mais fatura, vai ganhar uma versão que deve ser tomada diariamente, em vez de apenas na proximidade de uma relação sexual – os modelos atuais do medicamento agem no corpo por cerca de 36 horas e a do principal concorrente, o Viagra, por quatro a seis horas (a ereção ocorre no momento de estímulo sexual, e não o tempo todo).

De acordo com o laboratório Eli Lilly, que fabrica o Cialis, a ideia é que o paciente “esqueça” que tem disfunção erétil, já que estará sempre sob o efeito do remédio, que terá o mesmo princípio ativo (tadalafil), mas com uma dosagem diferente. A dose máxima do produto convencional é de 20 mg, enquanto a diária será de 5 mg.

Quem optar pelo nova versão, que vai custar R$ 230 a caixa com 28 comprimidos e chega às farmácias na quarta-feira (15), terá de ser disciplinado, já que é preciso tomar a dose todos os dias no mesmo horário, diz Luciano Finardi, diretor de marketing da empresa.

– Existe uma desvinculação entre a tomada do comprimido e o ato sexual, já que a pessoa está habilitada para ter uma relação sexual 24 horas por dia. Mas é preciso ter disciplina.

Em caso de esquecimento, deve-se tomar a dose imediatamente e lembrar de tomar a pílula no mesmo horário do dia seguinte. 

O Cialis Diário, que recebeu aprovação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) em janeiro deste ano, é comercializado em cerca de 20 países.

Finardi nega que o lançamento da nova versão esteja relacionado às mudanças recentes nesse mercado, com a chegada dos genéricos – a Eli Lilly não baixou os preços do remédio, ao contrário do que aconteceu com o Viagra, que teve o valor reduzido pela metade. Ele diz que há apenas uma "incrível coincidência de calendário".

De acordo com o gerente médico da Eli Lilly, Luiz André Magno, a opção pela versão diária não está relacionada necessariamente à frequência sexual ou a idade do paciente. A escolha deve ser feita pelo paciente com o aconselhamento de um médico.

Assim como acontece com outros remédios para disfunção erétil, pacientes que usam remédios à base de nitrato, muito comuns em tratamentos de infarto ou angina, não devem usar o Cialis. A combinação entre os produtos pode gerar complicações graves.

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