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publicado em 25/11/2009 às 11h42:

Impactos do aquecimento global na saúde humana

AFP.

A mudança climática terá impacto sobre a saúde humana com doenças como a malária, o cólera ou ainda as ondas de calor, mas inúmeros destes problemas podem ser evitados ou minimizados com escolhas adequadas na luta contra o aquecimento.

Uma série de estudos publicados na revista britânica The Lancet em função da aproximação da Convenção das Mudanças Climáticas da Organização das Nações Unidas, em Copenhague, Dinamarca, de 7 a 18 de dezembro, antecipa os benefícios para o clima de ações que podem ser adotadas para reduzir as emissões de gases causadores do efeito estufa.

De acordo com a diretora da Organização Mundial da Saúde (OMS), Margaret Chan, destacou a importância do poder público em atentar para os riscos de saúde provocados pelo agravamento das mudanças climáticas.

- Os políticos com poder de decisão custaram a reconhecer que o verdadeiro problema da mudança climática está no risco de afetar a saúde humana e a qualidade de vida. A desnutrição e seus efeitos devastadores sobre a saúde das crianças vai aumentar. As ondas de calor provocarão mais mortes, em particular entre os idosos. Além disso, a mudança climática pode modificar a distribuição geográfica dos vetores da doença, entre as quais os insetos que transmitem a malária e a dengue.

Exemplos citados pela The Lancet destacam algumas ações que poderiam prevenir a saúde das pessoas antes que o problema climático se agrave. No transporte, segundo a revista, uma ideia seria preparar as cidades para pedestres e ciclistas, opções mais saudáveis do que a proposta de fabricar carros menos poluentes.

Em Londres e Nova Délhi, por exemplo, a reformulação dos transportes mostrou que mais espaço para pedestres e bicicletas acarreta menor número de doenças cardíacas e de acidentes vasculares cerebrais.

A revista também destacou a agricultura e a alimentação, que juntas representam de 10% a 12% das emissões mundiais de gases causadores do efeito estufa. A redução de 30% da produção e do consumo de carne entre os principais produtores, associadas a avanços tecnológicos, pode reduzir sensivelmente as emissões e o número de doenças cardíacas.

Outro ponto importante é a redução de energia produzida a partir de fontes fósseis, como petróleo, gás e carvão. Isso teria um duplo benefício, melhorando a saúde humana e o clima, por conta da redução dos poluentes na atmosfera.

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