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publicado em 18/07/2012 às 12h22: atualizado em: 18/07/2012 às 14h56

Mais de 34 milhões de pessoas vivem com o vírus HIV em todo mundo

2,5 milhões de pessoas contraíram Aids em 2011

Carolina Martins, do R7, em Brasília

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Pelo menos 2,5 milhões de pessoas contraíram o vírus HIV no ano passado e quase dois milhões morreram em decorrência das doenças relacionadas à Aids em todo mundo. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (18) por meio do relatório global “Juntos vamos eliminar a Aids” da UNAIDS (Programa das Nações Unidas para HIV/AIDS). De acordo com o documento, 34,2 milhões de pessoas no mundo vivem com o vírus HIV.

Os números ainda são altos, no entanto são menores que os registrados em 2010. As infecções por HIV caíram 20%. Em 2011 foram registrados 100 mil casos a menos que no ano anterior.

Já o número de pessoas vivendo com Aids aumentou. Mas o dado é comemorado pela UNAIDS porque revela que a sobrevida depois da infecção está maior, graças ao tratamento que está sendo disponibilizado.

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De acordo com o relatório, 82 países aumentaram os investimentos no tratamento da Aids em mais de 50%, entre 2006 e 2011. A conclusão é que, na medida em que os países de baixa e média renda crescem economicamente, os investimentos públicos para combater a Aids também aumentam. A África do Sul, por exemplo, quadruplicou o volume de recursos usados no combate à doença entre 2006 e 2011. No ano passado, 80% do dinheiro do país foi usado para financiar ações relacionadas à Aids.

Recorde de pessoas em tratamento 

No ano passado, 8 milhões de pessoas receberam tratamento com antirretrovirais nos países de baixa e média renda - 1,4 milhão a mais que no ano anterior. O número é recorde e revela que 54% das pessoas infectadas tiveram acesso ao tratamento da doença em 2011. No entanto, quase 15 milhões de pessoas com Aids ainda não conseguem se tratar. A meta da UNAIDS é disponibilizar antirretrovirais a todos os infectados até 2015. Para o coordenador do programa no Brasil, Pedro Chequer, é possível atingir o tratamento universal em três anos e o Brasil tem papel de destaque nesse processo:

- Nós temos a possibilidade concreta de avançar para tratamento universal até 2015. A segunda meta possível é a redução da transmissão vertical [quando a criança é infectada pelo vírus HIV pela mãe, durante a gestação] até 2015. Zero discriminação ainda é uma pendência importante, temos dificuldades e uma série de restrições que impendem a prevenção da Aids.

Para Chequer, é preciso romper uma barreira de machismo que ainda impede a mulher de assumir a responsabilidade pela prevenção da doença em relações sexuais.

 

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