27 de Maio de 2012
Segundo pesquisa do IBGE, obesidade é mais grave nas escolas privadas
De acordo com o estudo, chamado PeNSE (Pesquisa Nacional de Saúde Escolar), o principal problema nutricional verificado entre os estudantes foi o excesso de peso. Outro levantamento do IBGE, também divulgado nesta sexta-feira (27), revelou que o excesso de peso triplicou entre os homens em 34 anos – e já atinge metade de toda a população adulta.
O esforço para emagrecer sem precisar, que afeta metade das meninas, também atinge os estudantes do sexo masculino. Dentre todos aqueles que tentam baixar o peso, 29,8% estão com o peso certo.
Por outro lado, quase todos os alunos que tentam ganhar peso não têm necessidade de fazer isso. Dentro todos os meninos e meninas que se esforçar para aumentar a massa, 88,2% deles e 89,5% delas estão, na verdade, com um peso considerado ideal.
As atitudes dos adolescentes em relação ao próprio corpo é também reflexo da percepção que esses jovens têm de si mesmos. O IBGE perguntou aos jovens se eles se consideravam “muito magro”, “magro”, “normal”, “gordo” ou “muito gordo”. O resultado também mostrou avaliação equivocada em grande parte dos casos.
Um total de 35,8% das meninas que se declararam “muito gordas” e 40% daquelas que se acham “gordas” estavam com o peso adequado. Para os homens, esse índice era de 21,5% e 16,3%, respectivamente.
O levantamento levou em consideração a percepção dos adolescentes com relação ao próprio corpo pois, nessa fase da vida, existe uma “atenção especial para a formação da autoimagem do indivíduo”. Segundo o documento, isso pode ser um fator de risco à saúde “em virtude das atitudes tomadas em relação ao corpo, à alimentação e à atividade física”.
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