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publicado em 15/03/2011 às 09h27: atualizado em: 16/03/2011 às 09h58

Secretaria convoca paulistas para vacinação
contra sarampo após confirmar caso da doença

Morador de Campinas ficou doente depois de viajar ao exterior

Do R7

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A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo convoca as pessoas que vão viajar ao exterior ou a outros Estados brasileiros para que tomem a vacina contra sarampo, caso ainda não tenham tomado. A secretaria confirmou nesta terça-feira (15) o primeiro caso de sarampo importado no Estado desde 2005, que já havia sido informado pela Secretaria de Saúde de Campinas, onde mora o paciente.

Ele não havia sido vacinado e ficou doente depois de viajar com a família para Orlando, nos Estados Unidos.

Além dos viajantes, devem tomar a vacina os profissionais que atuam no setor de turismo, como motoristas de táxi, funcionários de hotéis e restaurantes, e outros que mantêm contato com turistas no Estado. Também devem tomar uma dose da vacina profissionais de saúde e de educação.

Quem já teve a doença não precisa ser vacinado novamente, mas para ter a certeza de que se teve o sarampo é necessário um exame. Na dúvida, a vacina pode ser tomada normalmente.

A dose pode ser tomada em qualquer UBS (unidade básica de saúde) dos municípios do Estado. Em São Paulo, é possível se vacinar ainda nas unidades de saúde anexas às rodoviárias e aos aeroportos ou no Instituto Pasteur.

O sarampo é uma doença contagiosa que se propaga no ar por meio de secreções expelidas pelo doente ao tossir, espirrar, falar ou respirar. Os primeiros sintomas são: febre, tosse, catarro, conjuntivite e fotofobia (intolerância à luz). Depois, aparecem falta de energia e abatimento extremo, além de manchas avermelhadas na pele.

A vacina é a medida mais eficaz de prevenção. A dose é recomendada a partir de um ano de idade e deve ser tomada pelo menos quinze dias antes da viagem.

De acordo com o Ministério da Saúde, o Brasil não registra transmissão direta de sarampo desde 2000. Nesse período, no entanto, ocorreram casos de pacientes que pegaram a doença em outros países ou em contato com pessoas infectadas fora do Brasil – são os chamados casos importados.

Todas as infecções registradas desde o ano passado foram classificadas como “importadas”. Elas ocorreram nos Estados do Rio Grande do Sul (ao menos sete casos), Pará (ao menos três casos) e Paraíba, onde a situação é mais grave, com pelo menos 47 confirmações.

A presença de casos importados é esperada pelas autoridades, mesmo após a eliminação do vírus no Brasil, devido ao grande fluxo de pessoas que viajam para outros lugares onde a doença ainda existe, como alguns países da Europa, Ásia e África.


 
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