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publicado em 20/07/2010 às 07h45:

Veja onde fazer testes de HIV e como eles funcionam

Exames podem ser feitos de forma gratuita e em clínicas particulares

Do R7

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O diagnóstico da infecção pelo HIV - o vírus causador da Aids - é feito por meio de testes simples, realizados a partir da coleta de uma amostra de sangue. Em 2009, 1,9 milhão de testes foi realizado no Brasil, quatro vezes mais do que em 2005, data que ele foi introduzido ao SUS (Sistema Único de Saúde).

Segundo o Ministério da Saúde, nos últimos sete anos houve aumento de 35% nos testes realizados no país.

Consulte locais em sua cidade

O exame pode ser realizado nos laboratórios de saúde pública, por meio do atendimento do usuário nas unidades básicas de saúde, em CTAs (Centros de Testagem e Aconselhamento) e em laboratórios particulares. Nos CTAs, o procedimento pode ser feito de forma anônima e gratuita. O ideal é realizar o exame após consulta e aconselhamento médico.

Além da coleta e da execução dos testes, há nos centros um processo de aconselhamento feito de forma cuidadosa antes e depois do teste, a fim de facilitar a correta interpretação do resultado pelo paciente. Todos os testes devem ser realizados de acordo com a norma definida pelo Ministério da Saúde e com produtos registrados na Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e por ela controlados.

Que teste detecta o vírus da Aids?

O teste mais utilizado para detectar os anticorpos anti-HIV no organismo chama-se Elisa. Ele procura no sangue do indivíduo os anticorpos que, naturalmente, o corpo desenvolve em resposta à infecção pelo HIV. Seu resultado é rápido, mas, ocasionalmente, pode surgir um falso positivo (resultado positivo para o HIV, em uma pessoa não contaminada pelo vírus). Por isso, é aconselhável repetir o Elisa e, em seguida, fazer o teste de Western Blot para que não restem quaisquer dúvidas.

O Western Blot é mais sensível e define, com mais precisão, a presença de anticorpos anti-HIV no sangue. No entanto, como é mais complicado e exige condições técnicas mais avançadas, só é utilizado como confirmação do Elisa.

Mesmo diante do resultado negativo, vale considerar o período chamado de "janela imunológica" em que o indivíduo pode estar infectado, sem, no entanto, ter estabelecido ainda uma taxa de anticorpos em quantidade possível de ser detectada. Por isso, a pessoa infectada recentemente, cujo HIV ainda não foi detectado pelos exames habituais, pode transmitir o vírus, já que ele pode estar circulando no sangue e pode ser eliminado nas secreções. Além disso, na fase inicial da infecção, as taxas de vírus circulantes podem ser altas, porque a resposta de defesa do hospedeiro ainda não está estruturada.

 


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