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Saúde

24/12/2012 às 09h12 (Atualizado em 24/12/2012 às 13h02)

Projeto combate obesidade com esporte e nutrição

Iniciativa é da triatleta Fernanda Keller e começou em 1998

Agência Estado

Aos 14 anos, o estudante Rodrigo Medeiros pesava 112 quilos. Quando contou aos amigos que começaria a treinar triatlo, ouviu piadas. Determinado, ingressou no programa social que a triatleta Fernanda Keller mantém em Niterói e passou a fazer exercícios quatro vezes por semana.

Mas a redução de peso ocorreu mesmo quando ele começou a ter acompanhamento de nutricionistas. Chegou aos 80 quilos.

— Quando eu comecei, os outros garotos me chamavam de gordinho. Ficava sempre para trás. Fui melhorando as minhas marcas e fui passando um a um.

O rapaz, de 16 anos, já correu a meia maratona e ganhou troféus em campeonatos estaduais. Rodrigo está entre as 70 crianças e adolescentes atendidos pelo projeto Correndo Por Um Ideal, que há três anos recebem acompanhamento médico e orientação nutricional.

Nesse período, o número de meninos obesos caiu de 60% para 20%. Entre as meninas, a redução foi de 25% para 8%. O Instituto Fernanda Keller começou a atender crianças e adolescentes em 1998, com atividades esportivas no contraturno escolar.

No entanto, apesar dos exercícios, Fernanda percebia que algumas crianças não conseguiam ficar no peso ideal — algumas estavam abaixo e muitas acima. Havia ainda casos de desnutrição.

Em 2009, ela inscreveu o projeto Correndo Por Um Ideal em um edital de patrocínio da Nestlé. Foi selecionada.

— O edital não era voltado para projetos de esporte, mas o nosso foi o único programa esportivo selecionado no Brasil todo.

Além do exercício físico e do acompanhamento com as nutricionistas, alunas da Universidade Federal Fluminense (UFF), as crianças passam por exames laboratoriais, numa parceria feita com a prefeitura de Niterói.

Esses exames revelam, por exemplo, se as crianças estão anêmicas, se têm verminose ou colesterol alto.

— O que dá certo é a união de forças. Conseguimos apoio da universidade, da prefeitura, fizemos palestras nas escolas, chamamos os pais. Durante dois anos, representamos o Brasil na Conferência Mundial de Saúde Infantil, em que trocamos experiências com projetos do mundo todo.

As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

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