27 de Maio de 2012
Irregularidade é de empresas que fornecem serviços à empresa, diz relatório

O documento, que é publicado anualmente, diz que três dessas companhias contrataram um total de 11 jovens de 15 anos. A legislação de seus respectivos países estabelece a idade mínima de 16 anos para trabalhar. Todos eles já haviam chegado à idade mínima para trabalhar no momento em que a auditoria foi realizada, mas tinham apenas 15 anos quando foram contratados, diz a empresa.
Após a descoberta, a Apple exigiu a cada uma das fábricas "desenvolver e implementar sistemas de gestão apropriados para impedir a contratação de menores no futuro", como melhores sistemas para verificar a idade dos funcionários. Nenhum dos jovens continua trabalhando nas fábricas em que foram contratados.
Com a publicação desse relatório, a Apple busca se antecipar a possíveis críticas. A empresa americana não deu os nomes das companhias que se incluem nele, mas se sabe que seus auditores visitaram fábricas nos Estados Unidos, República Tcheca, Coreia do Sul, Filipinas, Cingapura, China, Taiwan e Tailândia.
O documento revela também outros sérios incidentes. Os funcionários trabalhavam mais horas do que o devido em um total de 60 fábricas e 24 provedores, que pagavam salários abaixo do mínimo. No total, a Apple descobriu 17 tipos de violações de suas normas de responsabilidade social, como documentos falsificados, taxas de contratação excessivas ou incidências no tratamento de resíduos perigosos.
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