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publicado em 22/11/2009 às 10h00:

Binóculo e manual fazem parte do kit básico

Além de mais caras, as lunetas são indicadas às pessoas que já sabem sobre astronomia

André Sartorelli, do R7

Logo que pensa em visualizar os astros no céu, um observador iniciante corre até uma loja especializada e tenta comprar uma luneta ou telescópio para conseguir o máximo em imagens.

O astrônomo André Luiz da Silva, diretor dos planetários de São Paulo, explica que a melhor opção para os novatos são os binóculos.

- Além de mais baratos, modelos de 7 por 50 ou 10 por 50 captam uma boa porção da imagem do céu, ou seja, dá para ver mais coisas ao mesmo tempo. Telescópios são indicados para quem já tem um pouco de conhecimento sobre o assunto e reduz muito a porção do céu. São melhores para ver apenas a Lua, por exemplo.

O primeiro número (7 ou 10) é o índice de aumento. Quanto maior esse número, mais aproximação acontece e mais caro é o aparelho. Já o segundo número se refere ao diâmetro da lente.

Os preços para esses dois tipos variam de acordo com a marca. O consumidor precisa sempre consultar alguém que já tenha comprado ou mesmo um especialista da área para indicar as marcas mais tradicionais.

Mapas e guias

Com um binóculo em mãos, é preciso consultar almanaques ou manuais para saber, por exemplo, quais estrelas, constelações ou planetas fenômenos podem ser vistos no dia e hora em que você puder observar.

O site da prefeitura de São Paulo tem uma página que é atualizada mensalmente com os principais acontecimentos celestes durante os próximos 30 dias para que o obervador saiba as datas em que são possíveis observar a Lua, planetas e estrelas, mas alguns fenômenos são mais bem vistos em algumas partes devido ao enorme território brasileiro.

Outro fator que influencia a visualização é o clima. Dias chuvosos não rendem boas imagens. O verão é a melhor época do ano, porque à noite o céu está mais "limpo" e estrelado.

O professor Eduardo Cypriano, do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da USP (Universidade de São Paulo), recomenda procurar lugares afastados das grandes cidades para ver melhor o céu.

Veja grandes telescópios usados em pesquisas astronômicas

- Eu mesmo demorei mais de 20 anos para observar a via láctea. Nas grandes cidades há muita luz, o que atrapalha a observação. No interior as pessoas estão mais acostumadas a olhar para o céu a olho nu e identificar constelações como o cruzeiro do sul.

A constelação Órion é a que tem as estrelas conhecidas como Três Marias. Ela, por exemplo, é mais fácil de ser identificada no verão.

No inverno, a de escorpião é fácil porque realmente tem uma cauda que lembra a do animal e tem uma estrela vermelha - sim, as estrelas têm cores, geralmente as mais brancas são as mais novas.

O Cruzeiro do Sul (o mesmo que Crux), que tem estrelas muito próximas e brilhantes, é uma das constelações mais simples de serem vistas, mas o mês de maio é o melhor para isso. Estrelas cadentes e meteoros, sempre depois da meia-noite.

Nos manuais há explicações um pouco mais técnicas e detalhadas do porquê dessas diferenças.

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