8 de Fevereiro de 2012
Bebida foi achada nos destroços de navio onde estavam champanhes mais velhos do planeta

Rainer Juslin, um porta-voz do governo local de Aaland, uma província semiautônoma da Finlândia, disse que "são de longe as mais antigas garrafas de cerveja do mundo".
As garrafas de cerveja, intactas, foram retiradas dos destroços de um navio que está a 50 metros de profundidade, talvez há mais de 200 anos.
Os mergulhadores se depararam com o carregamento no momento em que participavam de uma operação no local para retirar 70 garrafas de champanhe, descobertas em julho. O champanhe está sendo considerado o mais antigo ainda em condições de ser bebido do mundo.
A cerveja estava no navio não identificado que as autoridades de Aaland acreditam que tenha naufragado no início dos anos 1800. A origem do navio e a data exata de seu naufrágio não foram determinadas pelos especialistas.
Segundo o comunicado do governo local, "a temperatura constante e a (baixa) luminosidade forneceram as condições ideais para a conservação, e a pressão presente nas garrafas (de cerveja), evitando que a água do mar entrasse pela rolha".
Em relação ao champanhe, a hipótese de que fosse da casa Veuve Clicquot, uma das mais conhecidas do mundo, foi mencionada em julho, pois as rolhas ainda traziam o desenho de uma âncora, usado por essa famosa produtora.
Depois de ter provado um pouco do champanhe, um representante da marca considerou no início de agosto que pertencia à casa Juglar, que já não existe mais. As garrafas de champanhe podem valer dezenas de milhares de euros cada uma.
O carregamento do navio pertence legalmente às autoridades das ilhas de Aaland. Esse arquipélago de língua sueca pertence à Finlândia, mas possui um governo local autônomo.
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