11 de Fevereiro de 2012

Não foram estabelecidas metas concretas para a redução de CO2
O acordo também não é vinculativo, ou seja, não tem força de lei internacional ou estabelece punições para quem não alcançar esses objetivos. Obama disse que o acordo é “significativo”, mas "insuficiente" e apenas indica apenas o primeiro passo para resolver o problema.
Aparentemente, o compromisso deixa de lado outros participantes da Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática, que acontece em Copenhague (Dinamarca). O objetivo do evento é firmar um acordo para a redução das emissões de gases do efeito estufa, na tentativa de conter o aumento da temperatura na Terra.
Não há garantia de aprovação por parte de todas as 193 nações participantes. A ausência dos países da União Europeia foi considerada particularmente significativa.
Hoje, em Copenhague (Dinamarca), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reuniu durante várias horas com os representantes de outras potências emergentes - África do Sul, Índia e China -, que ao lado do Brasil formam o chamado grupo Basic. Depois, Obama e sua secretária de Estado, Hillay Clinton, se uniram ao grupo.
Mas as negociações não caminharam como o desejado e a cúpula termina sem um acordo forte para o combate ao aquecimento global. O presidente Lula deixou Copenhague antes que qualquer acordo fosse anunciado.
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