27 de Maio de 2012

País de Obama exige que Pequim reduza emissões de CO2
.O chefe da delegação dos EUA, Todd Stern, disse que seu país "não assinará" um acordo que não reflita o compromisso chinês, por considerar que, por causa de seu crescimento econômico e pelo nível de poluição que gera, a nação asiática não pode ter as mesmas condições que as outras nações em desenvolvimento.
Os países industrializados debatem em Copenhague seus objetivos de redução de emissões de dióxido de carbono (CO2), assim como o financiamento das medidas de adaptação à mudança climática dos países em vias de desenvolvimento.
Stern disse que a China não deve ser "candidato a receber dólares públicos americanos". Ele acrescentou que a ajuda financeira seja dada a "países mais necessitados", uma categoria da qual, segundo ele, a China não faz parte.
Os EUA propuseram reduzir suas emissões em 2020 em 17% a respeito dos níveis de 2005, uma proposta considerada insuficiente pela maioria dos países, que adotam o ano de 1990 para comparação. Stern explicou que Washington não estará em condições de aumentar seu compromisso até que seu novo projeto de lei seja aprovado pelo Senado americano, mas disse que, após esse texto entrar em vigor, poderão comunicar à ONU um aumento desses objetivos.
A China propôs reduzir entre 40% e 45% a intensidade energética (emissão de CO2 por unidade de PIB - Produto Interno Bruto) em 2020, na comparação com os níveis de 2005, um objetivo criticado pela UE (União Europeia) e pelos EUA, que o consideraram pouco ambicioso.
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