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publicado em 23/12/2012 às 02h55:

Foguete norte-coreano usou tecnologia de mísseis, segundo exame dos restos

EFEEFE

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Seul, 23 dez (EFE).- Analistas sul-coreanos estimaram que o foguete lançado por Coreia do Norte no dia 12 de dezembro para pôr um satélite em órbita usou tecnologia própria de mísseis balísticos de longo alcance, segundo a análise dos restos do projétil que realizaram. A fração estudada corresponde à parte superior do primeiro estágio do foguete Unha-3, que caiu no Mar Amarelo ao oeste da província sul-coreana de Jeolla do Norte e foi recuperada pela Marinha sul-coreana dois dias depois do lançamento. Após estudar a peça cilíndrica, de 7,6 metros de comprimento, 2,4 metros de diâmetro e 3,2 toneladas de peso, os analistas asseguraram que é um contêiner feito de uma liga de metais de alumínio e magnésio que armazenava ácido nítrico vermelho, usado como oxidante para o propulsor do primeiro estágio do foguete. Um membro da equipe de pesquisadores explicou neste domingo em declarações recolhidas pela agência "Yonhap" que este composto, raramente empregado por países que possuem tecnologia espacial avançada, "era utilizado em mísseis desenvolvidos pela União Soviética". Sobre essa base "a equipe concluiu que (o foguete) tinha o objetivo de realizar um teste com tecnologia de mísseis balísticos intercontinentais, mais que para constituir uma plataforma de lançamento espacial", acrescentou. Coreia do Sul, EUA e boa parte da comunidade internacional consideram que o lançamento ocultou um teste de mísseis, o que violaria duas resoluções da ONU que proíbem Pyongyang de realizar tais testes. A equipe estimou que o contêiner achado pode armazenar cerca de 48 toneladas de oxidante e realizou uma simulação que indicou que o propulsor seria capaz de transportar uma carga útil de 500 quilos e voar mais de 10.000 quilômetros, podendo alcançar a costa oeste americana. No entanto, ao carecer de informação sobre o segundo e terceiro estágio do foguete se desconhece se o Unha-3 pode efetuar uma reentrada na atmosfera para impactar em um alvo, como faz um míssil balístico de longo alcance. A equipe determinou também que alguns componentes achados na peça estudada, como cabos elétricos e um sensor de compressão, foram importados do estrangeiro. No entanto, não foram achados materiais que violem o Regime de Controle de Tecnologia de Mísseis, diretriz voluntária assinada por 34 países que pretende limitar as exportações de sistemas e tecnologia de mísseis balísticos. EFE aaf-asb/ma
 
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