O iPhone é sucesso de vendas por se apresentar como um celular com design simples, mas único, tela sensível ao toque e uma das melhores plataformas para acessar a internet sem usar o computador.
O preço e os planos ainda afastam o público que usa celulares pré-pagos, mas mesmo assim, é um sonho de consumo de muita gente.
Quem tem o privilégio de ter um “brinquedinho” tão versátil nas mãos pode baixar aplicativos que a marca divide em 20 categorias como esportes, saúdes, notícias, viagens.
Em novembro do ano passado, a Apple oferecia mais de 100 mil aplicativos.
Até janeiro de 2010, a empresa diz que foram feitos mais de 3 bilhões de downloads da Apple Store, a loja exclusiva para os programas, criada há 20 meses e hoje presente em 77 países.
Além das opções úteis da loja, como
aplicativos da Nasa (agência espacial americana),
para os fãs da banda Metallica,
da Disney, para as crianças e até
para ajudar nas enchentes de São Paulo.
O internauta pode se divertir com alguns lançamentos criativos já mostrados pelo R7.
Há programas
para quem tem medo de avião;
outro “traduz” o choro dos bebês e até
um que “finge” tirar a roupa das pessoas. Alguns chegam a ser tão inúteis ou ofensivos que a Apple resolveu tirá-los de seu catálogo online.
Os preços variam de alguns centavos de dólar até mais de R$ 1.000. E tem alguns de graça.