Thorkild Amdi/APAtivistas entraram no castelo, mas não chegaram a entrar na sala onde a comida seria servida
12 de Fevereiro de 2012

Ativistas tentaram entrar em jantar oficial da família real dinamarquesa

Três militantes foram presos já dentro do castelo, 19 deles estavam nos arredores e outros seis em uma ponte próxima que leva à ilha de Amager, indicou a polícia.
Dois membros do Greenpeace vestidos com trajes de gala conseguiram penetrar no vestíbulo no momento em que alguns convidados chegavam para o jantar, organizado pela rainha Margrethe II na véspera do encerramento da cúpula do clima da ONU.
Lá, os militantes exibiram diante dos fotógrafos e cinegrafistas cartazes com a inscrição: "Politicians talk- Leaders act" (políticos falam - líderes agem).

Foto Jens Norgaard/Reuters
Os ecologistas entraram no palácio por volta das 20h15 junto com os primeiros convidados, menos de uma hora antes do início do jantar, mas não chegaram a entrar na sala onde a comida seria servida.
Seu comboio, composto por três veículos, chegou pouco antes da secretária de Estado americana Hillary Clinton.
A polícia de Copenhague informou à AFP que está investigando como os militantes do Greenpeace conseguiram burlar os controles de segurança.
A organização ecologista também projetou mensagens em inglês, francês e alemão nos muros do palácio e do edifício onde ficam os escritórios do primeiro-ministro dinamarquês no centro da capital, segundo um comunicado do Greenpeace.
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