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publicado em 15/04/2010 às 20h58:

Número de computadores no Brasil deve duplicar até 2014

Pesquisa diz que PCs ativos no país vão chegar a 140 milhões em quatro anos

Agência Estado

O número de computadores em uso no Brasil deve atingir a marca de 140 milhões de unidades até 2014, o que representará praticamente o dobro da marca atual, de 72 milhões. Caso a projeção se concretize, o país contará com dois computadores para três pessoas – a relação atual é de cerca de dois computadores para cinco habitantes. Os dados fazem parte da Pesquisa Anual de Uso da Informática, divulgada nesta quinta-feira (15) pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

O coordenador da pesquisa, Fernando Meirelles, professor da FGV, diz que "o mercado vai vender nos próximos quatro anos praticamente o mesmo volume dos últimos 30 anos". Segundo o especialista, o crescimento será puxado pela expansão da base máquinas voltadas ao uso doméstico, em razão do aumento da renda, sobretudo na classe C, mas também pelo avanço da informatização entre as pequenas e médias empresas.

A previsão do professor é de que o país atinja a marca de 100 milhões de máquinas em 2012, quando, na média, metade da população brasileira terá um computador.

– O Brasil foi um dos poucos países a não registrar queda nas vendas no ano passado.

 A pesquisa apontou ainda uma elevação da participação de gastos e investimentos em informática por parte de médias e grandes empresas nacionais privadas em relação ao faturamento líquido. De acordo com o levantamento, essa fatia foi de 6,4% no ano passado, ante 6% de 2008. A expectativa de Meirelles é de que este patamar evolua para mais de 7% nos próximos anos.

– Os investimentos serão concentrados na reposição e atualização dos atuais sistemas.

Segundo a pesquisa, os gastos e os investimentos em tecnologia estão crescendo à média de 5% desde o ano de 2005. As maiores taxas de crescimento são originárias das empresas que apresentam um menor grau de informatização e também do setor de serviços - que registra gastos e investimentos correspondentes a aproximadamente 9% da receita líquida.

Outro segmento com altas taxas de avanço nos investimentos e gastos em tecnologia é o de comércio, com um crescimento médio anual de 9%. Isso acontece em razão do processo de automação e implementação de códigos de barra implementados nos últimos anos. Conforme o levantamento, entre 2001 e 2009 a fatia dos gastos em relação a receita líquida passou de 2% para 2,8%.

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