R7 - Notícias

Buscar no site
Eu quero um e-mail @R7
Esqueci minha senha

27 de Maio de 2012

Você está aqui: Página Inicial/Notícias/Tecnologia e Ciência/Notícias

Icone de Tecnologia e Ciência Tecnologia e Ciência

publicado em 30/01/2010 às 15h30:

ONU pede tratado para evitar uma "guerra na internet"

Ataques contra o Google entraram na pauta do Fórum Econômico Mundial

AFP

O mundo precisa de um tratado para se defender dos ciberataques antes que eles se transformem em uma ciberguerra ou guerra na internet, declarou neste sábado (30) em Davos o chefe da agência de telecomunicações da ONU, Hamadoun Touré.

Os ataques contra o Google, ocorridos na China segundo o site de busca norte-americano, entraram na pauta de discussões do Fórum Econômico Mundial, que termina neste domingo (31) na estação de esqui dos Alpes suíços.

Sobre o tema, o secretário-geral da União Internacional de Telecomunicações (UIT), Hamadoun Touré, disse que o risco de um conflito entre dois países através da internet aumenta a cada ano.

Com essa situação, Touré propôs um tratado no qual as partes se comprometem a não lançar um primeiro "ciberataque" contra outra.

- Uma ciberguerra seria pior que um tsunami, uma catástrofe.

O acordo internacional "seria parecido com um tratado de paz antes de uma guerra", acrescentou.

Entretanto, John Negroponte, ex-diretor da Agência Central de Inteligência norte-americana (CIA) durante a administração de George W. Bush, disse que os serviços secretos das potências mundiais seriam os primeiros a "fazerem ressalvas" à essa ideia.

Já Susan Collins, uma senadora republicana e membro das comissões de Defesa e Interior no Senado norte-americano, estimou que a perspectiva de que um ataque através da internet desencadeie uma guerra deve ser feita agora em consideração a seu país.

- Se alguém bombardeia nossa rede elétrica e vemos os responsáveis fazerem isso, claramente é um ato de guerra.Se o mesmo país utiliza computadores sofisticados para desativar a nossa rede elétrica, creio realmente que não estamos longe de dizer que se trata de uma guerra.

Craig Mundie, diretor de investigação da Microsoft, afirmou:

- Há menos de dez países no mundo cuja capacidade informática é sofisticada o suficiente para produzir ciberataques, que podem ainda fazer com que eles pareçam vindos de qualquer parte.

China, Estados Unidos e Rússia são parte dos 20 países que se encontram envolvidos em uma corrida armamentista no ciberespaço e que se preparam para possíveis hostilidades via internet, indicou na quinta-feira em Davos o presidente da companhia de segurança de rede McAfee, Dave DeWalt.

Para a McAfee, o recente ataque contra o Google ilustra a mudança de infraestrutura dos governos em matéria de espionagem e ataques em uma ofensiva que é "comercial por natureza".

O último informe da McAfee, que guarda informações de cerca de 600 empresas de telecomunicações e informática, revelou que 60% dos consultados acreditam que representantes de governos estrangeiros estejam envolvidos em operações para invadir suas estruturas.

Cerca de 36% afirmaram que os Estados Unidos são a maior ameaça, seguido por 33% que citam a China.

 
Veja Relacionados:  ciberataques; Fórum Econômico Mundial
ciberataques; Fórum Econômico Mundial 
 
Espalhe por aí:
  • RSS
  • Flickr
  • Delicious
  • Twitter
  • Digg
  • Netvibes
  • Facebook
  • Google
 
 
 
 

Fechar
Comunicar Erro

Preencha os campos abaixo para informar o R7 sobre os erros encontrados nas nossas reportagens.

Para resolver dúvidas ou tratar de outros assuntos, entre em contato usando o Fale Com o R7
Mensagem enviada com Sucesso!Erro ao enviar mensagem, tente novamente!

 

 


Shopping
Monitor Monitor Balão da R$ 337,56
Outros Esporte e Lazer Outros ProSpin R$ 14,00
Impressora e Multifuncional Impress Balão da R$ 216,45
TV TV Fnac R$ 1.999,00
Roteador Roteado Kalunga R$ 129,00
Tablet Tablet Wal-Mart R$ 1.949,00